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quinta-feira, 10 de março de 2016

Inaugurado novo prédio dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia Elétrica da Unifap

Um sonho realizado. Esse foi o sentimento que marcou a cerimônia de inauguração do prédio dos cursos de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, ocorrida ontem, 9, no campus Marco Zero do Equador (Macapá-AP) da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Quase 400 acadêmicos e 24 professores das duas graduações serão beneficiados com a infraestrutura da obra, que custou R$ R$ 3.381.377,82.
Durante a cerimônia, a reitora da Unifap, prof.ª Eliane Superti, ressaltou que o prédio representa condições de trabalho mais apropriadas para os docentes e técnicos-administrativos dos cursos e que atende à necessidade dos acadêmicos de ter uma formação de qualidade. Eliane lembrou ainda que, apesar do momento recessivo pelo qual a Universidade passa, obras de infraestrutura não pararam, a exemplo da construção da pista olímpica, prevista para ser entregue ainda este ano, da nova Biblioteca, cuja licitação será lançada este mês, e do Hospital Universitário, que já possui R$ 100 milhões garantidos por emenda parlamentar.
"Isso não é o projeto de uma gestão, é um projeto de universidade, porque quando nós decidimos por estas obras de infraestrutura, não estamos fazendo uma gestão para o curso A, B ou C, mas sim para toda a comunidade acadêmica e eu preciso que a nossa comunidade, junto com a gestão, faça o esforço necessário para que tenhamos condições de avançar e fazer com que esta casa seja o que nós temos condição de ser: a universidade referência da região Norte", afirma a reitora.
Do total de investimentos na edificação, R$ R$ 1.592.401,65 são provenientes de emenda parlamentar da ex-deputada federal e atual secretária municipal de Educação, Dalva Figueiredo (PT). Em seu discurso, Dalva destacou a importância da Unifap no desenvolvimento do Amapá. "O que nós estamos inaugurando hoje aqui vai lançar no mercado de trabalho profissionais com condições de melhorar a competitividade e o desenvolvimento econômico. Hoje, o nosso mercado de trabalho ainda é muito dependente das obras públicas, do orçamento público, e nós queremos outros caminhos", ponderou.  
Estrutura
Com uma área de 2,4 mil metros quadrados, o prédio de dois pavimentos possui auditório, seis salas de aula, uma copa/lanchonete, biblioteca, nove laboratórios para os cursos, duas salas para centros acadêmicos, dois laboratórios de informática, duas salas para as coordenações dos dois cursos, 32 gabinetes para professores, um espaço administrativo, dois banheiros adaptados para pessoas com necessidades especiais, entre outros.    
Vitor Gabriel Lima, acadêmico de Engenharia Elétrica, enfatizou que a estrutura do novo prédio causa um grande impacto. "As turmas de 2014 e 2015 tinham apenas quatro salas e dois laboratórios, e agora a gente tem toda uma estrutura especial, com laboratórios com equipamentos, dando todo o suporte para a gente", comentou.   
A estrutura que os novos laboratórios trazem para as aulas práticas animou os coordenadores das duas graduações. Marco Leal, coordenador de Ciência da Computação, ressaltou que uma das novidades mais importantes para o curso são os laboratórios segmentados por área de conhecimento.
"O curso de engenharia elétrica requer uma quantidade de aulas práticas e até então os nossos laboratórios eram limitados, tanto em quantidade como em espaço físico. O novo prédio vai propiciar uma melhor qualidade no ensino, uma vez que vamos ter um espaço maior, comportar mais alunos e também novos equipamentos poderão ser instalados", explicou André Ferreira, coordenador da graduação.
O entorno do prédio também foi contemplado na obra. Foram construídos 162 m² de passarela padrão, com piso tátil para deficientes visuais, estacionamentos laterais e vias de acesso, já com toda a infraestrutura de drenagem.   

quarta-feira, 9 de março de 2016

Codefat se reúne nesta quarta-feira no Ministério da Previdêcia



O ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, participa nesta quarta-feira (09), em Brasília, da 135ª. reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Entre os assuntos a serem discutidos no Conselho está proposta de alteração na resolução n° 560, de 28 de novembro de 2007, que estabelece regras para execução das ações integradas do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda, no âmbito do Sistema Nacional de Emprego – SINE.

Deputado Roberto Góes realiza visita ao município de Laranjal do Jari

O deputado federal Roberto Góes (PDT) esteve reunido com a Prefeita de Laranjal do Jari Nazilda Fernandes,com a finalidade de oferecer apoio para ajudar a nova gestão da prefeita “Estou aqui me oferecendo para ajudar a gestão da prefeita Nazilda, ela é dinâmica, quer fazer acontecer no Jari, e precisamos fazer uma unidade de forças  e buscar o apoio do Governo do Estado e Federal, ela esta fazendo um grande trabalho aqui no Jari de pacificar o município e organizar a máquina publica municipal” comentou Roberto. Ele esteve pessoalmente acompanhando a prefeita Nazilda em recente audiência com o Governador Waldez Góes.

Por Juvência Laurindo

terça-feira, 8 de março de 2016

Deputado Cabuçu Borges dá dicas de como não errar no Dia da Mulher


Cabuçu
3 h
Todo dia é dia da mulher!

Deputada Marcivânia Flexa publica histórico de lutas das mulheres



8 DE MARÇO: UM DIA PRA CELEBRAR E PRA FORTALECER NOSSAS LUTAS.
Vivemos numa sociedade em que a força - expressa de forma física, ideológica, cultural ou política - sempre que pode, apresenta as suas garras e atropela tudo o quanto está no seu caminho em nome de realizar os seus interesses e acumular um pouco mais de riqueza e poder.
Nesses momentos de crise, as primeiras vítimas são os segmentos mais frágeis socialmente e, não tenham dúvida, nós e nossos direitos poderemos ser alvos imediatos. Não esqueçamos que faz ainda muito pouco tempo que tivemos assegurado direitos que nos parecem óbvios, como o de votar e uma licença maternidade com tempo mínimo para exercermos nossa missão materna.
Contudo, quantas ainda sofrem com o preconceito em locais de trabalho, materializado na dificuldade de conseguir um emprego ou tendo que se sujeitar a fazer o mesmo trabalho com um salário menor. Quanto não se ouve falar em momentos de crise como o que vivemos em propostas absurdas de extinguir inúmeros direitos, dentre os quais os que minimamente nos beneficiam? Quantas não sofrem ainda com os abusos ou tentativas de abusos sexuais nos ambientes de trabalho ou escolares?
Como sabemos, sempre que falta um argumento, sempre que querem nos atingir, seja nas discussões domésticas ou, principalmente, nos enfrentamentos públicos, quantas não são sujeitas a argumentações tacanhas e machistas? Não ousam utilizar a mesma estratégia e a mesma força contra um opositor do sexo masculino, contudo, sentem-se muito à vontade para fazê-lo contra uma nós... Todos são exemplos e manifestações que podem ser facilmente ilustrados/exemplificados com a vida de inúmeras de nós por ai e todas, certamente, conhecem alguém que já foi ou é vítima de algo assim.
É claro que comigo, em muitos aspectos, não tem sido diferente. Trago essa reflexão para dizer a todas nós que, além dos compromissos que me movem politicamente, minhas bandeiras de luta ideológicas, meus anseios em ajudar a melhorar a vida e as condições de minha cidade, de meu Estado e em especial das pessoas mais pobres, também me move, diariamente o anseio de corroborar para o fortalecimento de nossa diuturna luta por mais direitos, mais igualdade e mais respeito pra todas nós.
Trago exemplos firmes de mulheres guerreiras e determinadas que nos criaram, que nos ensinaram coisas valorosas (em casa ou na escola), que nos ensinaram a viver e resistir, que desdobram-se a trabalhar em 2 a 3 empregos (quase sempre informais e com baixíssimas remunerações)... De todas elas, trago um pouco em mim e elas estão e estarão sempre a inspirar-me em minha jornada diária e sei que cada uma de nós, empreende uma luta e carrega uma inspiração parecida.
Nunca tivemos vida fácil, ao contrario, sempre tivemos que conquistar com muita luta e esforço o nosso espaço, o nosso lugar ao sol. Mas isso também dá um gosto a mais ao final e serve de exemplo pra nossos(as) filhos(as) e no enche de orgulho diante dos(as) amigos(as) e familiares.
Então, que seja um dia pra celebrar o tanto que já conquistamos, mas que seja, principalmente, um dia para reafirmar a força a inspiração para seguirmos lutando mais fortemente e insistentemente para tornar o mundo mais igual e mais justo. Não para tomar o lugar de quem domina a sociedade atualmente, mas para termos o nosso lugar ao sol e para dividirmos o seu comando e emprestar-lhes um pouco de sabedoria que aprendemos nessa nossa longa jornada da vida.
Feliz dia internacional das mulheres pra todas nós.

Marcos Reátegui também rende homenagens a elas



Que a garra e a perseverança das mulheres que lutam todos os dias por mais igualdade e respeito sejam nossa inspiração e nossa força.

Homenagem do deputado federal Vinícius Gurgel ao Dia da Mulher




Página curtida · 3 h 

A quem representa e se faz representar. A quem dá a vida e se dedica a vida toda. A você, MULHER, que é múltipla e única, a minha singela homenagem. PARABÉNS PELO SEU DIA! ‪#‎diainternacionaldamulher‬

Mensagem do senador Davi Alcolumbre pelo Dia Internacional das Mulheres


Página curtida · 3 h 
 
Que hoje seja mais um dia na luta pelo direito às liberdades individuais e coletivas. A todas vocês, mulheres que lutam pelo direito de ter voz na sociedade, que lutam por respeito e igualdade. Minha sincera admiração. Feliz Dia Internacional da Mulher! 🌹🌷💐

Fátima Pelaes, da Sudam, publica mensagem pelo Dia da Mulher.

Página curtida · 5 h 
 
Este é um dia especial para lembrar o quanto somos importantes não apenas neste 8 de março, mas todos os dias!

Deputado André Abdon faz homenagens à mulheres por seu dia.

Página curtida · 52 min 

Parabéns mulheres!

segunda-feira, 7 de março de 2016

Agora famoso, 'Japonês da PF' já foi preso pela própria Polícia Federal

Uma das figuras que mais ganhou destaque nas fases recentes da operação Lava Jato é Newton Ishii. Você pode não conhece-lo pelo nome, mas com certeza sabe quem é o “Japonês da Federal”.
Ishii ganhou até marchinha de carnaval por conta de sua atuação na operação. O agente da Polícia Federal está presente em todas as prisões efetuadas pela Lava Jato e, por isso, tornou-se símbolo de luta contra a corrupção. Mas nem sempre foi assim.
Presente em prisões importantes como as de José Dirceu, Marcelo Odebrecht e João Vaccari Neto, Ishii já foi ele próprio alvo da PF. Em 2003, o agente foi um dos cinco presos pela própria Polícia Federal durante a chamada Operação Sucuri.
À época, Ishii foi preso suspeito de integrar uma organização criminosa acusada de contrabandear mercadorias do Paraguai. No ano da prisão, o Tribunal Regional Federal (TRF) ainda negou o pedido de habeas corpus feito pelos agentes.
Segundo informações da revista Época, ainda por conta desse episódio, Ishii responde até hoje a processos criminais e civis, além de uma sindicância. A publicação afirma que sua reintegração à Polícia Federal se deu por conta de confiança da direção.
Ainda sobre Ishii, além da prisão em 2003, surgiram fatos citados pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS) em audio divulgado na última semana. Nas gravações, o senador teria supostamente afirmado que um agente da PF conhecido como “japonês bonzinho” venderia informações sigilosas para veículos de comunicação.
Não houve manifestação nem do agente e nem da corporação sobre tais acusações.

domingo, 6 de março de 2016

Coluna Argumentos, domingo, 07 de março de 2016

Voltas

Petistas pelo país inteiro estão criticando a ação da PF em conduzir, coercitivamente, o ex presidente Lula. Por ironia do destino, o mesmo Lula, em 2010, quando a mesmíssima PF agiu aqui no Amapá disparou: – Tem que ser assim, lugar de bandido é na cadeia!

Ironia

Olha, longe de qualquer polêmica, afinal não pauto minha carreira por esse viés, mas a reação irada contra a Polícia Federal é um paradoxo pois Lula sempre ‘vendeu’ a imagem da polícia de farda preta.

Erramos

Esta semana publicamos uma nota aqui na coluna registrando a chegada ao Amapá da jornalista Claudia Bardal, e não ‘Bordalo’, como saiu grafado. Ela é professora da disciplina Mídias Digitais, na Estácio.

Mercado

Ao mesmo tempo em que pedimos desculpa a ela pelo equívoco, registramos que os avanços tecnológicos são tamanhos que essa disciplina acabou nascendo para atender um nicho do mercado. Boa sorte!

Viterbino

Presidente da Agência Amapá, braço do Setentrião para o desenvolvimento econômico, disse ontem no rádio que termina segunda-feira o prazo para que a Internovia confirme investimento para sanear a Zamin.

Homenagem
Nosso time da Diário FM e do programa Conexão Brasília recebeu ontem uma sargento do Exército que distribuiu simpatia para falar da carreira e dos desafios de ser mulher nas Forças Armadas. Janaína de Matos ainda é paraquedista militar e aspira o temido curso de Guerra na Selva, no Cigs, em Manaus (AM).

Marketing

Ainda na área da mídia, jornalista amapaense Rosiane Almeida postou foto ontem com o mestre Carlos Manhanelli. Um dos melhores consultores políticos do Brasil, autor de 17 livros, tem um currículo riquíssimo. Foi no Curso de Consultoria em Marketing Político e Eleitoral, em Sampa.

Presidente

Sarney escreve hoje no Diário sobre direitos humanos. O artigo “Do ódio” relembra problemas mundiais que foram registrados  por quem não dominou esse sentimento. “A era dos direitos humanos obriga nossas consciências a uma permanente cruzada contra todas as atrocidades, a maior delas o genocídio”.

Bispo

Já Dom Pedro Conti escreve sobre a parábola do pai e dos dois filhos, que proclamamos neste quarto domingo de Quaresma. “Não só é bonita demais, mas também é decisiva para entender a grandeza da misericórdia daquele Deus Pai do qual Jesus, o Filho, quis mostrar”.

Dilma se diz inconformada com caso de Lula e indignada com o Delcidio

A presidente Dilma Rousseff manifestou nesta sexta-feira (4) em pronunciamento no Palácio do Planalto o "mais absoluto inconformismo" com a "desnecesária condução coercitiva" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e "indignação" com os termos da delação premiada do senador Delcídio do Amaral.
Ao lado de 12 ministros, Dilma iniciou o pronunciamento, para o qual os jornalistas foram convocados em um dos salões do Palácio do Planalto, com um breve comentário sobre o episódio da condução coercitiva de Lula para depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato em São Paulo.
"Quero manifestar o meu mais absoluto inconformismo com o fato de o ex-presidente Lula, que por várias vezes compareceu de forma voluntária para prestar esclarecimentos perante as autoridades, seja agora submetido a uma desnecessária condução coercitiva para prestar mais um depoimento", disse.
Em seguida, ela se dedicou a falar sobre o conteúdo do depoimento em delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), no qual ela é acusada de tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato e de ter conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras.
Ao falar sobre o trecho da delação de Delcídio na qual o senador disse que ela nomeou um ministro do STJ para beneficiar empresários denunciados na Lava Jato, Dilma disse que jamais tratou do assunto com o senador.
"Do ponto de vista institucional, não teria nenhuma razão a pedir com um senador para conversar com um juiz. Não é o senador que participa dos processos de nomeação dos ministros do STJ e nem do Supremo. Nomeei 16 ministros do STJ e 5 do Supremo. É absolutamente subjetiva e insidiosa a fala do senador, se ela foi feita", declarou.
Interferência na Lava Jato
A presidente também negou acusação, supostamente contida na delação de Delcídio do Amaral, de que teria tentado interferir nos processos da Operação Lava Jato em reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, ocorrida em Portugal no ano passado.
Dilma disse que, no encontro, tratou apenas de um projeto de lei que reajustava os salários de servidores do Judiciário. “Em nota, o presidente da Suprema Corte desmentiu essa absurda versão. O objeto dessa reunião foi a discussão de um projeto de lei que tratava do reajuste dos servidores do Poder Judiciário”, afirmou. 
Refinaria de Pasadena
A presidente também disse que forneceu ao procurador-geral informações sobre a compra de usina de Pasadena, no Texas, quando as primeiras denúncias de irregularidades na aquisição surgiram. Na delação, Delcídio teria dito que Dilma sabia que havia um esquema de superfaturamento por trás da compra da refinaria de Pasadena. Ela destacou, no pronunciamento, que Rodrigo Janot arquivou pedido de investigação por não encontrar elementos de que tenha havido ilegalidade.
“Foi noticiado que a questão relativa a Pasadena tinha sido arquivada. Observo que, nas declarações atribuídas ao senador, nenhum elemento concreto, nenhum elemento novo, foi apresentado de forma a propiciar alteração na compreensão firmada pelo procurador-geral”, disse.
Durante o pronunciamento, estavam ao lado da presidente ss ministros Jaques Wagner (Casa Civil)), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Wellington Silva (Justiça), José Roberto Cardozo (AGU), Juca Ferreira (Cultura), Nilma Lino Gomes (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos).


sábado, 5 de março de 2016

ARTIGO: O cerco está se fechando, por Célio Pezza

Toda semana aparecem fatos novos mostrando indícios de corrupção envolvendo Lula, Dilma, Eduardo Cunha e muitos outros políticos de peso. Através de delação premiada, executivos da empreiteira Andrade Gutierrez afirmaram que pagaram, de forma ilegal, R$ 5 milhões para a agência Pepper, que trabalhou para a campanha de Dilma em 2010. Emilio Odebrecht, pai do presidente da empreiteira Odebrecht, já ameaçou falar o que sabe e disse que no caso do seu filho ser preso e condenado, devem abrir outras celas: “uma para mim, outra para o Lula e outra para a Dilma”.
Vamos aguardar, pois seu filho Marcelo já foi preso. Ao mesmo tempo, Lula se coloca acima da lei e se recusa a depor sobre o caso de algumas propriedades supostamente em seu nome e não declaradas. Na mesma semana, o marqueteiro do PT, João Santana, e sua mulher, Mônica Moura, articuladores das campanhas de Dilma, foram presos pela Polícia Federal, em uma nova fase da Lava Jato.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal apuram se contratos de publicidade serviram para ocultar propina. O cerco está se fechando em volta da cúpula do PT e, numa clara manobra para tentar parar as investigações, Dilma troca o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que sai alegando não aguentar mais as pressões dos políticos ligados a Lula, e entra Wellington César Lima e Silva, indicado pelo Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, ligado a Lula.
O ex-presidente já está se distanciando de Dilma e pensando em sua própria salvação. Dilma, cada vez mais isolada, perde força dentro do seu próprio partido e não tem mais condições de governar o país. Enquanto isso, a economia do Brasil está à deriva, a inflação e o desemprego aumentando a cada dia e todos esperam por uma mudança política séria, que seria o início de uma salvação nacional.
Vamos aguardar mais algumas semanas para ver o que vai acontecer. Enquanto esperamos, vamos nos distrair com uma notícia curiosa. Existe uma nova religião criada em 2005, nos Estados Unidos, chamada Pastafarianismo, que conseguiu o direito de celebrar casamentos na Nova Zelândia, pois ela cumpre todos os requisitos legais para fazer celebrações.

Seus membros dizem que o criador do homem é um ser chamado Monstro do Espaguete Voador, formado por tentáculos de espaguete com duas almôndegas como olhos, parecido com uma lula gigante. Existe um Evangelho que inclui a criação do mito, um conjunto de mandamentos e um guia para evangelização. Seus fiéis usam um escorredor de macarrão na cabeça e seu criador diz que a Igreja do Monstro do Espaguete Voador oferece aos seus adeptos as mesmas oportunidades das outras religiões.
*Célio Pezza é colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo. Saiba mais em www.facebook.com/celio.pezza
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Sobre Célio Pezza
O escritor Célio Pezza, 64 anos, iniciou a carreira de escritor em 1999, movido pela vontade de levar as pessoas a repensarem o modelo de vida atual dos seres humanos. Seus livros misturam realidade e suspense, e Celio já tem 8 livros publicados, inclusive no exterior, e é colunista colaborador de dezenas de jornais e revistas por todo o país. Saiba mais em: www.facebook.com/celio.pezza

Deputada Janete defende que mais mulheres entrem na política



A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) defendeu maior participação da mulher na política em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, em 08 de Março.
“Somos 51% da população! Mas apenas 52 deputadas, 11 senadoras. Só 10 por cento das Câmara e 13 por cento do Senado. Estamos perto da eleição municipal. Temos que ocupar nossas vagas, exigir os recursos financeiros, material impresso, tempo de rádio e TV para nossas candidaturas!”, defende Janete.
A socialista fez um apanhado histórico das conquistas femininas e orientou sobre projetos que devem ser defendidos pelas candidaturas das mulheres. “Temos que ter projetos para a igualdade de gênero, a sustentabilidade socioambiental, a defesa dos direitos humanos, das mulheres, das minorias para superar a sociedade patriarcal e machista; para democratizarmos os meios de comunicação e termos igual espaço no debate; para fortalecer a democracia e a justiça social!”.
Janete defendeu o projeto da deputada Luíza Erundina (PSB/SP), “incansável na consolidação da democracia, dos direitos da mulher brasileira; pela superação dos preconceitos, da violência; defensora de uma política mais humana e de uma comunicação mais diversa”. Ela é autora da PEC 38/2015, aprovada pela Câmara, aguardando votação pelo Senado, para que os dois sexos sejam representados nas Mesas Diretoras do Congresso, com ao menos uma vaga.
A socialista amapaense também cobrou o fortalecimento da rede de proteção às mulheres para reduzir a violência sofrida por elas, principalmente as mulheres negras e índias.

Em nota, Granero explica transporte da mudança de Lula.


Nota à Imprensa

GRANERO TRANSPORTES LTDA. vem à público informar o que segue:

Em dezembro de 2010, a unidade franqueada da GRANERO – TRÊS PODERES – foi vencedora da concorrência pública n. 111/2010 para o serviço de transporte de parte da mudança do ex-presidente LULA, no percurso Brasília – São Paulo, pelo valor de R$ 22.722,00, envolvendo quatro caminhões.
No dia 06.01.11, os itens de vestuário do ex-presidente LULA foram entregues na Avenida Prestes Maia, 1501, apto. 100, em São Bernardo do Campo/SP.
Em relação à adega e ao acervo audiovisual, foi assinado contrato com o INSTITUTO LULA, no valor mensal de R$ 4.726,21, para que ficassem armazenados na GRANERO.
No dia 13.06.12, a adega do ex-presidente foi entregue em um sítio localizado na região de Atibaia/SP.
O acervo audiovisual permanece armazenado com a GRANERO.
Em janeiro de 2011, o acervo museológico do ex-presidente, correspondente a dez contêineres, foi entregue por outra transportadora à GRANERO para armazenagem.
O Sr. Paulo Okamotto informou que a armazenagem do acervo museológico seria feita por um curto período de tempo e contratada pela apoiadora do INSTITUTO LULA, a empresa OAS.
Para isso, foi firmado contrato com a OAS, no valor de R$ 21.536,84 mensais, que perdurou por cinco anos.
Nos dias 18 e 19.01.16, o acervo museológico do ex-presidente foi retirado do armazém da GRANERO por transportadora contratada pelo Sr. Paulo Okamotto.
A GRANERO, há quase 50 anos, atua em todo o Brasil, de forma ética e transparente, atendendo cerca de 20 mil famílias por ano. Além disso, a empresa tem colaborado com a Justiça, prestando todos os esclarecimentos necessários às autoridades.

Att,

Roberto Granero - Presidente da Granero

Contato à Imprensa: Ralcoh Comunicação
Av. Paulista 2494 - conj. 104
01310-300 - São Paulo - SP
www.ralcoh.com.br

“Nós, mulheres militares, despertamos muita admiração das pessoas”

Janaína. A militar do Exército Brasileiro fala no estúdio da Diário FM sobre detalhes da carreira diferente que abraçou.
Abrindo as comemorações e homenagens pelo mês da mulher, a Diário FM convidou ontem uma mulher para falar da carreira diferente que decidiu abraçar. Janaína de Matos, de 24 anos, é sargento do Exército Brasileiro, uma das poucas a integrar o contingente que atua no Amapá, lotada no 34º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS). Ela dá detalhes da vida na caserna, como o que é permitido e o que não é na hora de colocar a farda, como brincos, pulseiras e maquiagem. Foi durante entrevista ao programa Conexão Brasília, apresentado pelo jornalista Cleber Barbosa. Mas essa carioca ao melhor estilo ‘sangue bom’ distribui simpatia nesse bate-papo esclarecedor sobre a carreira e a forma vibrante com que abraça a profissão, a ponto de, inclusive, ter se especializado como paraquedista militar. Mais detalhes da conversa o Diário publica a seguir.

Cleber Barbosa
Para o Diário do Amapá

Diário do Amapá – Tudo bem sargento? Seja bem vinda!
Janaína de Matos – Tudo bem, Cleber em primeiro lugar agradecer pelo convite e dar um bom dia aos ouvintes!

Diário – Esse ‘ouvintes’ com tanto “s” vem do Rio de Janeiro, não é?
Janaína – É... se Deus quiser... [risos]

Diário – Me desculpe, mas qual a sua idade?
Janaína – Tenho vinte e quatro anos.

Diário – A senhora é muito jovem mesmo e já é sargento. O nome de guerra é “De Matos” é isso?
Janaína – Correto.

Diário – E a senhora incorporou ao Exército Brasileiro exatamente por onde e quando?
Janaína – Primeiramente fiz um concurso público no ano de 2009 e ingressei em 2010, para a Escola de Sargentos de Logística do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro, que também abre vagas para pessoas que são técnicos de enfermagem para atuarem nos quartéis ou nos hospitais, na área de saúde.

Diário – Para quem como a senhora é técnico em enfermagem faz carreira de sargento e para quem é enfermeira?
Janaína – Aí tem que fazer o concurso para oficial. Tem a Escola de Formação Complementar do Exército, a chamada EsFCEx, em Salvador, na Bahia, a antiga Escola de Administração do Exército, EsAEx, que abre vagas para quem já possui uma graduação em nível superior e que pode seguir carreira nas áreas administrativas do Exército, podendo chegar até o posto de coronel. Já para quem segue carreira de sargento, como eu, pode chegar até o posto de capitão do quadro auxiliar de oficiais.

Diário – Uma característica das carreiras militares é essa coisa meio nômade, andarilha, de percorrer vários estados do país e até fora dele. Com a senhor isso também já aconteceu?
Janaína – Sim, fiz um ano e meio na escola de formação, no Rio de Janeiro, e depois de formada fiquei três anos em Apucarana, no Paraná. Cheguei ao Amapá no dia 28 de fevereiro de 2015 e estou aí! Devo ficar pelo menos mais dois anos aqui e depois poderei pedir movimentação para qualquer lugar do país, pois nós militares estamos aptos a atuar em qualquer lugar do Brasil.

Diário – Para militares como a senhora, do quadro de saúde, podem servir só em hospitais ou em unidades operacionais também?
Janaína – Pode servir sim, inclusive porque precisa nas unidades operacionais, como tem muita gente que escolhe clínicas ou hospitais também.

Diário – E aqui na guarnição militar de Macapá tem mais quantas mulheres servindo aqui junto com a senhora?
Janaína – Bom, em Clevelândia do Norte, onde funciona uma Companhia Especial de Fronteira ligada também ao nosso batalhão, existe uma única mulher, é uma oficial dentista. Aqui em nossa OM (Organização Militar) nós temos duas dentistas, duas farmacêuticas também e seis sargentos, sendo cinco técnicas de enfermagem e uma de contabilidade.

Diário – Este mês dedicado às mulheres sugere muitas reflexões, daí o convite para a senhora vir aqui hoje falar dessa profissão tão diferente para uma mulher. Como é ir a um shopping e ao responder para um cadastro numa loja dizer que sua profissão é ser sargento do Exército?
Janaína – [Mais risos] É bastante gratificante, mas nós mulheres militares despertamos muita admiração das pessoas, mas posso dizer que é bastante interessante, uma grande conquista e acredito que sirva de espelho para muitas outras pessoas.

Diário – E em casa, com a família? Como foi dar essa notícia de que seria militar?
Janaína – Na verdade na minha família existem outros militares. Meu pai é da Aeronáutica, meus dois irmãos mais velhos também são militares da Força Aérea. Eu é que fui a única que fiz concurso pro Exército. Mas existem outros parentes também militares, fuzileiros navais, bombeiros e policiais militares. Sou a única do Exército e também a única mulher militar também.

Diário – E ser militar no Rio de Janeiro, onde a gente tem notícia de que é difícil até colocar a farda para secar no varal, por receio de se identificar como militar. A violência assusta mesmo, a senhora já se sentiu ameaçada?
Janaína – Olha, particularmente eu nunca corri nenhum risco, pois na área onde eu morava e onde meus pais moram atualmente nunca nos trouxe nenhum risco, tanto que meu irmão que é militar continua morando no mesmo lugar e segue um dia a dia normal. Claro que a gente evita andar fardado na rua, diferentemente de outras cidades menores, mas dá para ter uma vida tranquila, portar carteira militar, enfim. É claro que alguns lugares se prevê não usar, né? Como a caminho do trabalho tem alguns lugares que tem um risco maior, mas dá para viver tranquilamente.

Diário – E sobre a feminilidade estando de farda? Os acessórios que as mulheres tanto gostam, como os brincos, são permitidos?
Janaína – Bem, a gente tem alguns adereços que já estão previstos no regulamento, mas a gente pode usar relógio, a gente pode usar anel, pode usar aliança, usar pulseira, pode usar brinco, unha pintada na cor clara. No ano passado inclusive foi liberado a cor rosa clarinho, pois antigamente só podia usar o renda. É tudo previsto e a gente não deixa de ser feminino, mas com discrição, como o brinco que não pode passar do lóbulo da orelha, o cabelo que tem de estar preso, assim como a maquiagem que poder se usar, mas discreta, enfim, não muda muito a nossa feminilidade não.

Diário – E fazer parte do aparelho de defesa do país, como é isso para a senhora?
Janaína – Muito importante, assim como as policiais e bombeiros militares, que atuam na segurança pública também. Mas fazer parte da defesa do país é ainda mais gratificante, dá muito orgulho para nossa família, para nossos amigos e a própria população que precisa e espera da gente sempre o nosso melhor.

Diário – A senhora sendo do serviço de saúde, uma área bastante técnica dentro do Exército, mas também realiza outras atividades inerentes a carreira militar, como treinamento físico, tiro, serviço de guarda, enfim?
Janaína – Sim, normal, todas as atividades, inclusive instrução. Apenas o serviço de guarda é que depende muito de cada unidade, mas nós do serviço de saúde não é previsto, pois temos que atuar dentro da nossa área de saúde. No máximo podemos dar serviço a nível de Companhia, o chamado sargento de dia.

Diário – E a senhora ainda buscou outra especialização, é paraquedista, uma área muito exigente desde o curso de formação e que dá certa moral dentro dos quarteis. Como é isso sargento?
Janaína – Pois é, cursei o treinamento básico de paraquedista, aquele com gancho, onde o paraquedas abre automaticamente. No salto livre, o militar tem que fazer outro aperfeiçoamento depois. Mas o curso é sim muito exigente, especialmente no condicionamento físico, onde a única diferença é que as mulheres não fazem a barra, como os homens, em nosso curso temos apenas que ficar suspensas na barra durante um certo tempo.

Diário – Recentemente o Exército mostrou o caso de duas sargentos como a senhora, também do serviço de saúde, que conseguiram concluir outro temido curso, o de guerra na selva, no CIGS, em Manaus. A senhor também faz planos para encarar aquele treinamento?
Janaína – Eu pretendo. Um dia... [risos]

Diário – Obrigado pela entrevista e parabéns pela carreira.
Janaína – Eu que agradeço e desejo também um feliz Dia Internacional das Mulheres a todas nós!

PERFIL

Entrevistada. Janaína Silva Ramos de Matos tem 24 anos de idade, nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), é solteira e filha de pai militar da Aeronáutica. Estudou na Escola Glauber Rocha, na capital fluminense e depois formou-se Técnica em Enfermagem pelo tradicional Instituto Martin Luther King, no Rio de Janeiro, em 2008.  Prestou concurso para a Aeronáutica e também para a Marinha, mas diz ter se realizado no concurso para a Escola de Sargentos de Logística, do Exército Brasileiro, também no Rio (2009). Serviu por três anos no 30º Batalhão de Infantaria Mecanizado, em Apucarana (PR) e desde fevereiro de 2015 foi transferida para o Comando de Fronteira Amapá e 34º Batalhão de Infantaria de Selva, em Macapá.