quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Dalva e Robson Rocha tratam de recursos para Santana.
Em visita ao Município de Santana nesta terça-feira 21, a deputada Dalva foi recebida pelo prefeito Robson Rocha nas novas instalações da prefeitura para um encontro com a equipe técnica do Instituto Federal do Amapá-IFAP. A reunião foi um pedido feito pela deputada para tratar dos recursos da emenda de bancada para a construção do campus do IFAP no município no valor de 8 milhões. Os recursos já estavam garantidos pelo ministério da educação para a execução, porém havia uma possibilidade de perda em função da indefinição da área para a construção.
Dalva pediu empenho ao prefeito Robson para garantir a emenda. A planta da obra apresenta além de salas de aula, quadra poliesportiva e restaurante popular para atender aos estudantes santanenses. Como contrapartida do município, o prefeito Robson Rocha garantiu a área para a construção do Instituto. Na oportunidade, Dalva fez referência ao fortalecimento do centro da juventude e a casa Brasil “são espaços de lazer e cultura de grande importância à disposição da população”.
Ainda no encontro, a parlamentar e o prefeito aproveitaram para falar sobre a emenda de 1 milhão que Dalva destinou para construir e equipar um centro social para os idosos. A deputada ainda firmou compromisso de alocar recursos até o final desse ano para construção de duas creches pelo programa PAC pró-infância do governo federal no valor de R$ 1 milhão e seiscentos mil. No fim do encontro Dalva reafirmou seu apoio ao prefeito de Santana e colocou-se a disposição para que juntos possam realizar várias parcerias em prol da população do município. Contato: 3423-0812
Randolfe cobra da Infraero que inaugure novos módulos de embarque e desembarque
Desde 2011 o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) vem tencionando junto a Infraero por alternativas para resolver o caos aéreo no Amapá e pela conclusão das obras do Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre. Em março de 2013 serão inaugurados os módulos operacionais de embarque e desembarque, que irão facilitar a vida de quem precisa viajar em Macapá. Um avanço para a resolução dos problemas. Os novos módulos vão ampliar em 50% a capacidade de circulação de passageiros. Com 1.300m² e feito em material termoisolante, os módulos operacionais, terão duas esteiras maiores do que a que atende os passageiros hoje, climatização e, além disso, serão construídos quatro novos portões. No módulo embarque, estão previstos espaços para lanchonetes, revistarias e afins. Hoje, o pátio do aeroporto comporta apenas três aeronaves.
Histórico
Ano passado, em maio de 2012, o senador protocolou denúncia contra a Infraero junto ao Ministério Público Federal no Amapá, relativa à morosidade na conclusão das obras do aeroporto. Em setembro do ano passado, ele também realizou uma audiência pública em Brasília, intitulada “Caos aéreo nas regiões Norte e Nordeste”, com a presença das empresas de aviação civil, além de integrantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC), na época os representantes das empresas aéreas criticaram a infraestrutura oferecida. Outro ponto que chegou a ser questionado pelo Senador diz respeito ao valor das passagens aéreas com origem ou destino Macapá. “Absurdo. Este é o termo correto a ser utilizado para a situação de completo abandono e de caos do sistema aéreo da minha cidade de Macapá. No Amapá já temos um conjunto de problemas de infraestrutura básica, como saneamento e distribuição de energia elétrica. Este problema com as passagens aéreas torna praticamente impossível o nosso deslocamento no Estado”, diz Randolfe.
Avanços
Mas foi ainda no final de 2012, que o senador garantiu a instalação da empresa goiana SETE Linhas Aéreas, que oferece voos no trecho Belém/Monte Dourado/Macapá/Belém. A aeronave do modelo EMB-120 tem capacidade para 30 passageiros. Nesta quinta-feira (23), o senador Randolfe, acompanhado de representantes da bancada federal reúnem no Rio de Janeiro com a BR Distribuidora para buscar alternativas para reduzir os custos com combustíveis, o que trará possibilidades de novas empresas ingressarem no mercado amapaense.
Sarney diz ao Supremo que não se justifica 'intervenção' no Congresso
Fabiano Costa - G1, em Brasília
O presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta terça-feira (22), em ofício ao Supremo Tribunal Federal, que não houve "omissão" do Legislativo ao deixar de votar, até 31 de dezembro do ano passado, um novo critério de distribuição dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), como havia determinado o STF. Segundo Sarney, não se justifica "qualquer intervenção do Poder Judiciário" em atividades do Legislativo. A declaração foi dada em resposta a pedido do presidente em exercício do STF, ministro Ricardo Lewandowski. Na tarde desta terça, o magistrado deu prazo de cinco dias para que o Congresso se manifestasse sobre o motivo de não ter aprovado dentro do prazo estipulado pelo tribunal novas regras de rateio do fundo. Sarney se antecipou e respondeu no mesmo dia. "Não há omissão inconstitucional do Congresso Nacional como apontam os Requerentes, já que têm curso regular nas Casas Legislativas Projetos de Lei Complementar destinados a disciplinar a forma de distribuição dos recursos do FPE, não havendo, portanto, inércia do Poder Legislativo, a justificar qualquer intervenção do Poder Judiciário em suas atividades típicas, em atenção ao princípio da separação dos poderes", afirmou Sarney no ofício (leia aqui a íntegra do documento). O pedido do presidente em exercício do STF é parte da tramitação de uma ação com a qual governadores de quatro estados (Bahia, Maranhão, Pernambuco e Minas Gerais) ingressaram nesta segunda (21) no Supremo, pedindo mais prazo para que o Congresso aprove um novo critério de distribuição do dinheiro do fundo – a regra que vigorou até o mês passado foi considerada inconstitucional em 2010 pelo STF, que estabeleceu 31 de dezembro de 2012 como prazo limite para a aprovação de um novo critério. Segundo o presidente do Senado e do Congresso, "a matéria legislativa não é apenas complexa, mas politicamente sensível, revelando um verdadeiro embate entre Estados, Distrito Federal e municípios”. Ao justificar o descumprimento do prazo imposto pelo STF, Sarney afirmou que o parlamento só teve acesso ao acórdão do julgamento (decisão judicial proferida por um grupo de juízes) em 30 de abril de 2010. Somente nesse momento, segundo o senador, o Legislativo tomou conhecimento dos parâmetros considerados inconstitucionais pelos ministros do tribunal referentes às regras de divisão do FPE. Segundo o Congresso, ao longo dos quase dois anos e oito meses concedidos pelo STF para que fosse elaborado um novo critério de rateio, os parlamentares teriam adotado “diversas medidas” para disciplinar a matéria. Ainda de acordo com Sarney, não foi possível aprovar a tempo o projeto devido à complexidade do assunto e à necessidade de análise dos diversos aspectos envolvidos (de ordem política, social, econômica, fiscal, técnica e, inclusive, contábil) para se encontrar uma fórmula que promova o equilíbrio sócio-econômico entre estados e municípios.
Adesão ao processo
Nesta terça, um dia após Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco pedirem ao STF mais prazo para o Congresso definir novas regras de partilha do FPE, os estados do Ceará e de Goiás encaminharam petição à corte solicitando para serem incluídos como autores da ação direta de inconstitucionalidade por omissão. Goiás tinha sido um dos três estados autores da ação que, em 2010, questionou os critérios do rateio e culminou na declaração de inconstitucionalidade da regra pelo Supremo. Desta vez, o governo de Goiás argumentou que o repasse do FPE representa parcela significativa de seu orçamento e que a eventual suspensão dos repasses irá causar “grave crise” às finanças públicas.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Coluna Argumentos, terça-feira, dia 22 de janeiro de 2013.
No rádio
A rodada de entrevistas com os deputados federais em nosso Conexão Brasília, na Diário FM, é para que os nossos congressistas possam detalhar uma de suas mais importantes - e controversas - ferramentas do mandato: as emendas. Sábado teremos Fátima e Davi.
Ocasião
Presidente da Federação Amapaense de Futebol, Paulo Rodrigues, acha casuísmo tentar antecipar as eleições da entidade. Oficialmente é só no fim de 2014. Então, os bochichos são para ‘cavar uma falta’.
Pão duro?
Trocando idade ontem, o deputado Bala Rocha (PDT-AP) quase não atendia o telefone. Os brincalhões de plantão diziam que ele é jarana. - Ele está com medo de ter que pagar a gelada pra gente! Dizia um amigo dele.
Vai encarar?
É crescente o número de homens que cuidam mais do visual e até encaram as clínicas de estética, sem preconceito. Agora encarar tirar a barba com cera quente é para poucos.
Brasília

Alunos de Relações Internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo, visitaram o presidente José Sarney (PMDB-AP) em seu gabinete e ficaram encantados com o despojamento dele na recepção, como mostra a foto.
De volta
Ele diz que não, mas há quem aposte que o ex-prefeito Milton Rodrigues, o Miltão, deve voltar à cena política. Com a vida conjugal refeita, costuma frequentar supercado na zona norte.
A volta
Quando não conseguiu voltar à Prefeitura de Santana, Rosemiro Rocha foi dado como acabado para a política. Ele ocupou uma cadeira na faculdade de Administração, ajudou a eleger a filha deputada e pilotou projeto para eleger o filho prefeito. Robson é o mandatário hoje. E Rosemiro?
Ocasião
Presidente da Federação Amapaense de Futebol, Paulo Rodrigues, acha casuísmo tentar antecipar as eleições da entidade. Oficialmente é só no fim de 2014. Então, os bochichos são para ‘cavar uma falta’.
Pão duro?
Trocando idade ontem, o deputado Bala Rocha (PDT-AP) quase não atendia o telefone. Os brincalhões de plantão diziam que ele é jarana. - Ele está com medo de ter que pagar a gelada pra gente! Dizia um amigo dele.
Vai encarar?
É crescente o número de homens que cuidam mais do visual e até encaram as clínicas de estética, sem preconceito. Agora encarar tirar a barba com cera quente é para poucos.
Brasília
Alunos de Relações Internacionais da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo, visitaram o presidente José Sarney (PMDB-AP) em seu gabinete e ficaram encantados com o despojamento dele na recepção, como mostra a foto.
De volta
Ele diz que não, mas há quem aposte que o ex-prefeito Milton Rodrigues, o Miltão, deve voltar à cena política. Com a vida conjugal refeita, costuma frequentar supercado na zona norte.
A volta
Quando não conseguiu voltar à Prefeitura de Santana, Rosemiro Rocha foi dado como acabado para a política. Ele ocupou uma cadeira na faculdade de Administração, ajudou a eleger a filha deputada e pilotou projeto para eleger o filho prefeito. Robson é o mandatário hoje. E Rosemiro?
O futuro
Ainda a respeito de Rosemiro, a coluna o viu empolgado ajudando a eleger a esposa, Jozi, presidente da Federação das Indústrias do Amapá, no fim de semana. Provocado sobre para onde ele próprio deve ir nas próximas eleições, Rosemiro Rocha disse apenas estar focado em ajudar ‘os pupilos’ e desconversa sobre suposta candidatura a deputado federal.Dalva propõe emenda para praça no distrito do Paredão
![]() |
| Deputada federal Dalva Figueiredo (PT-AP) |
A deputada federal Dalva Figueiredo – PT/AP segue
cumprindo agenda de visitas aos municípios do estado. No ultimo final de semana
ela foi ao distrito do Paredão, no município de Ferreira Gomes. Aproximadamente
duzentas famílias residem na comunidade que não tem nenhum espaço para prática
de esporte e lazer. Na oportunidade Dalva se comprometeu em indicar uma emenda
parlamentar no valor de 1 milhão de reais para construção de uma praça
poliesportiva. O projeto contempla ainda um centro comunitário. A parlamentar
também conversou com moradores e firmou seu compromisso. “As praças são os
melhores espaços para praticar vários tipos de atividades esportivas, além de
ser um lugar de encontro entre amigos e lazer para as famílias. É isso que
queremos proporcionar para os moradores da comunidade”. Comentou a parlamentar
para um morador. O ex-vereador Marcio Marcello, que reside na comunidade
ressalta a importância deste espaço para proporcionar oportunidade de ocupação
principalmente para os jovens que estão com o tempo ocioso. O Prefeito do
município Valdo Isacksson reforçou o compromisso da deputada com o município. “A
deputada foi a mais votada no município. Uma obra da importância vai dar um
impacto social muito grande, principalmente porque o paredão é carente deste
tipo de espaço. Dalva visitou ainda várias obras inauguradas pela prefeitura
como a casa do produtor rural, casa do idoso, colônia de pescadores, unidade
básica de saúde, secretária de finanças do município e a casa da igualdade
racial.
Postado por Amapá no Congresso
Senador Randolfe Rodrigues diz 'se inspirar' em Ulysses
Por Cristian Klein e Luciano Máximo | Valor
Econômico
Inspirado na anticandidatura à
Presidência da República, lançada em 1973 pelo deputado federal Ulysses
Guimarães (1916-1992), o senador Randolfe
Rodrigues (PSOL-AP) tenta mobilizar colegas da Casa para derrotar o
favoritismo de Renan Calheiros (PMDB-AL) à presidência do Senado. Em campanha, o
parlamentar faz um giro que inclui visitas a São Paulo e ao Rio de Janeiro e
Recife, onde buscará os votos dos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Jarbas
Vasconcelos (PMDB-PE). "Não acho bom que alguém que renunciou à presidência da
Casa se eleja cinco anos depois. As razões que levaram à renúncia se esgotaram?
Me inspiro no papel que Ulysses cumpriu na ditadura. Mas, veja, hoje estamos
numa democracia", afirma o senador.
Randolfe refere-se à insistência do então
líder do MDB, Ulysses Guimarães, de se lançar ao Palácio do Planalto mesmo
diante da impossibilidade da vitória em meio ao predomínio de um regime de
exceção. Hoje, compara Randolfe, Renan Calheiros reúne forças semelhantes à
hegemonia dos militares nos anos 1970 para voltar ao comando do Senado - do qual
renunciou em 2007 após denúncias de corrupção. Enquanto Renan Calheiros é o
candidato da ampla base governista, Randolfe Rodrigues tenta amealhar votos
entre a minoritária oposição - PSDB, DEM e PSOL reúnem 17 parlamentares - e o
grupo de meia dúzia de senadores com atuação independente.
O senador do PSOL não
questiona o critério da proporcionalidade - que norteia as eleições para os
principais postos no Congresso - mas sugere que, neste caso, o PMDB, a maior
bancada do Senado, lançasse o ex-governador e ex-ministro Pedro Simon (RS) por
sua trajetória e reputação. "Tenho procurado convencê-lo. De todos os 81
senadores, é o que reúne as melhores condições", diz Randolfe, sobre o
parlamentar que completará 83 anos no dia 31. Há muito tempo, no entanto, Simon
é da ala minoritária do PMDB, liderado por Renan e José Sarney (AP). Aos 40
anos, Randolfe tenta ameaçar outra vez a hegemonia de petistas e pemedebistas.
Em 2011, também disputou a Presidência do Senado - vencida por José Sarney
(PMDB-AP) - quando teve oito votos. Cotado para disputar a Presidência da
República ou o governo do Amapá, em 2014, o senador diz tender à primeira opção.
Para Randolfe, a disputa contra o PSB, no comando do Estado, poderia favorecer
as forças mais conservadoras derrotadas nas últimas eleições. O parlamentar
negou que vá se transferir para o partido em gestação pelo grupo da ex-senadora
Marina Silva. Sobre um dos projetos prioritários na agenda legislativa, Randolfe
disse ao Valor que apresentará voto em separado sobre pontos ligados ao
financiamento público da educação brasileira na votação do projeto de lei
8.035/2010, que trata do Plano Nacional de Educação (PNE).
No entendimento do
parlamentar, o relatório do colega José Pimentel (PMDB-CE) não garante a
elevação do investimento no setor dos atuais 5% do Produto Interno Bruto (PIB)
para 10%, como foi aprovado na Câmara dos Deputados por unanimidade em junho do
ano passado. Para o senador, houve retrocesso na definição de fontes de recursos
para o ensino e excesso de concessões ao setor privado na apreciação do projeto
de lei no Senado.
Publicado no Blog Amapá no Congresso
Veja
também:
Senador Randolfe cumpre agenda em
São Paulo, Rio de Janeiro e Recife
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Coluna Argumentos, domingo e segunda-feira 21.01.13
Fusão
O anúncio da venda das ações da Jari Celulose para a americana International Paper, que muitos acreditavam ser a redenção para o processo de paralisação industrial no sul do Amapá. Mas não será.
Ao largo
O caso do apagão industrial no Jari motivou a realização neste fim de semana do I Encontro Socioeconômico de Almeirim e Região do Vale do Jari. Muita coisa boa foi levantada, mas depende, clado, de empresas.
Impasse
Dito à coluna pelo secretário estadual da Iindústria, Comércio e Mineração, José Reinaldo, que a compra da Jari Celulose pela International Peper não muda em nada a paralisação da celulose. O problema continua, diz.
Nota baixa
O percentual de reprovação de bacharéis em Direito no Exame de Ordem da OAB é mesmo preocupante. Onde está o problema? Quais os culpados? Perguntas que não calam.
Tá caro!
Passagens a R$ 600 no trecho Macapá/Belém na Sete Linhas Aéreas não é justo. E olha que ela veio para acabar com o duopólio TAM e Gol. Mas a ocupação das aeronaves ainda é muito baixa. Por um, todos pagam, diz o ditado, mas lá, poucos pagam por muitos.
Sem luz
Novo apagão na noite de sexta-feira (19) em Macapá causou uma baixa e tanto: o transformador do bairro Renascer, zona norte de Macapá. Uma noite em claro, sem energia ou água.
Por menos
Senador Randolfe Rodrigues (Psol) disse não querer polemizar sobre eventuais diferenças com o reitor da Unifap, José Carlos Tavares. Mas em entrevista ao Conexão Brasília, disse ter sim conversado com a Reitoria da universidade. Com o vice Filocreão, mas conversou. Então, está bem.
Crimes
Ambientalista Mamede Leal, que é membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema), diz que vai encaminhar grave denúncia contra um ex-prefeito interiorano, por caça predatória de veados mateiros. “Matar pra comer é uma coisa, mas para fazer churrasco e comida para cachorros de raça não dá para aceitar”, diz. Com a palavra MPF, PF e MPE.
Através de parceria público-privado Ferreira Gomes recebe novo prédio da Secretaria Municipal de Saúde
Foi inaugurado no município de Ferreira Gomes na última quinta-feira, 16, o novo prédio da Secretaria Municipal de Saúde. As novas instalações irão atender a população local ofertando serviços de controle epidemiológico, SisPreNatal, controle de malária, entre outros.
O SisPreNatal é o sistema que foi desenvolvido pelo Datasus (Sistema de Informática do SUS), com o objetivo de permitir o acompanhamento adequado de gestantes inseridas no Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN), do Sistema Único de Saúde.
A construção do novo prédio da Secretaria de Saúde é resultado de uma parceria entre Governo do Estado do Amapá, Prefeitura Municipal e empresas Ferreira Gomes Energia S/A e Zamapá Mineração S/A.
Na ocasião da inauguração estavam presentes o prefeito Valdo Isacksson Monteiro, o Secretário Municipal de Saúde, Pedro Rodrigues, a Coordenadora do SisPreNatal local, Girlane Tavares, o engenheiro ambiental da Ferreira Gomes Energia S/A, Davi Nogueira, representantes da Zamapá Mineração S/A, e outros representantes municipais.
“Este tipo de parceria só traz benefícios para a população local, pois através dessa iniciativa será proporcionado à comunidade de Ferreira Gomes um melhor atendimento em saúde”, afirmou a Coordenadora do SisPreNatal, Girlane Azevedo, satisfeita com o resultado da parceria firmada para construção do novo prédio da secretaria.
Naiane Videira
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Coluna Argumentos, sábado, dia 19 de janeiro de 2013.
Missão
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-SP), está se despedindo do posto e faz um balanço positivo do ano legislativo. Informou que 787 proposições foram aprovadas na Câmara em 2012. Segundo ele, em 2011, foram 638 propostas aprovadas na Casa.
Marca
A folia em Santana ganhou um incremento na gestão de Nogueira (PT), afinal foram oito anos. Herdeiro político de Rosemiro (PR), o atual prefeito Robson Rocha estreia e promete resgatar a tradição familiar.
A folia em Santana ganhou um incremento na gestão de Nogueira (PT), afinal foram oito anos. Herdeiro político de Rosemiro (PR), o atual prefeito Robson Rocha estreia e promete resgatar a tradição familiar.
Números
A deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) é das mais otimistas em relação ao aporte de recursos federais para o Amapá. “Só para o Governo do Estado fechamos 2012 empenhando mais de R4 12 milhões”, disse.
Altivez
Quem também anda todo empolgado é Davi Alcolumbre (DEM). Mesmo sendo da oposição, diz que há programas federais que podem ajudar prefeituras, idependentemente.
Posse
Interinidade da conselheira Elisabeh Picanço no Tribunal de Contas está acabando. Ela vai tomar posse como dirigente eleita da Corte de Contas, com Ricardo Soares na vice. Será dia 26.
Debate
Os casos recentes de violência urbana demonstram uma banalização da violência? Para a psicóloga judiciária Sheila Flexa é muito mais. A intransigência também alcança precocemente as frustrações atuais. Esses e outros temas serão abordados hoje pelo programa Conexão Brasília, da Diário FM.
Ficou
O diretor da Anglo American, José Luiz Martins, aliás um cara do bem, vai ficar no Amapá depois da negociação envolvendo o Grupo Zamin. Martins foi devidamente convidado a permanecer à frente do braço “Amapari” da mineração de ferro que os indianos tocam a partir de agora. A Zamin já possui aqui a Zamapá Mineração, em Ferreira Gomes.
“Temos um orçamento de R$ 120 milhões e queremos dobrar esse valor até 2014”
O novo prefeito de Santana, Robson Rocha (PTB), foi ao rádio ontem e fez um balanço dos primeiros dias de sua administração. Sereno, falou com certa desenvoltura dos problemas por que passa a máquina governamental, mas se mostrou otimista em buscar garantir as respostas que os eleitores manifestaram interesse de que ele resolva, afinal depositaram os votos de que ele precisava para chegar ao posto que já foi de seu pai, o ex-prefeito Rosemiro Rocha. Ele também ainda mostra a mesma ‘pegada’ dos tempos em que pilotava a bancada de oposição ao antecessor, Antônio Nogueira (PT), a quem mais uma vez teceu críticas a respeito da gestão. Esses e outros temas tratados pelo jornalista Cleber Barbosa, no Conexão Brasília, o Diário do Amapá publica a seguir.
Diário do Amapá – Muito trabalho em Santana, prefeito?
Diário do Amapá – Muito trabalho em Santana, prefeito?
Robson Rocha – Isso, muito trabalho, mas graças a Deus estamos conseguindo desatar os nós que foram deixados pela ex-gestão e realmente com resultados já positivos para Santana, que deve realizar o melhor Carnaval de todos os tempos aqui na avenida Santana.
Diário – Que bom, então.
Robson - Uma grande dificuldade que eram os salários atrasados que recebemos da gestão anterior, mas já estamos equalizando também. Ontem [sexta] nós tivemos uma reunião com todos os sindicatos que compõem o quadro do funcionalismo público e chegamos a um denominador comum.
Diário – E com relação à coleta de lixo, o senhor já conseguiu normalizar esse serviço?
Robson – Já, nós conseguimos tornar mais efetiva e estamos trabalhando junto è empresa que faz esse serviço, cobrando mais eficiência dela, pois você sabe que eu quando era vereador sempre questionei esse contrato que é muito caro para o município de Santana. Nós poderíamos ter mais eficiência com um preço menor, com uma coleta melhor, mas realmente o prefeito [Nogueira] aditivou esse contrato, que se estende até março. É o tempo em que nós vamos preparar uma grande licitação para o serviço de coleta do lixo de Santana, pagando menos e tendo uma coleta mais eficiente.ica prefeito, quais sãoprojetos para acabar com ela ou mesmo transformar em aterro controlado, é por aí?
Diário - E sobre a lixeira pública. Quando Santana pode ter um aterro controlado, prefeito?
Robson - Isso, até porque é o que determina a lei de resíduos ambientais, a política nacional de resíduos sólidos. Ela determina realmente que até 2014 todas as cidades fechem os lixões a céu aberto, que é o caso de Santana. A idéia é a formação de um consórcio entre Macapá, Mazagão e Santana para a construção de um grande aterro, é o Governo do Estado pode ser o indutor para ter essa coleta do lixo, até porque dispõe de recursos, o Governo dispõe de R$ 17 milhões para toda obra de saneamento de Macapáe Santana, todo o projeto. O valor desse projeto, cerca de R$ 17 milhões está voltada para a destinação de resíduos sólidos, ou seja, há o recurso para se fazer um grande projeto de um grande aterro sanitário comum das duas cidades.
Diário - A gente tem informação também de que o senhor já teve um encontro com o Comandante da Capitania dos Portos, onde o senhor já passou as suas preocupações, seus projetos que o tem para essa área, essa vocação portuária que o município de Santana possui, não é mesmo?
Robson - Nós determinamos que a Companhia Docas de Santana, o presidente, mantivesse esse contato porque Capitania atua até na formação de marinheiro de convés, que há necessidade para esse grande fluxo de navios que deve ocorrer no município de Santana com a chegada dessas empresas que estão vindo escoar os grãos, então realmente vai ter uma demanda por esses empregos muito grande. A Marinha dá essa formação, então realmente nós queremos ser parceiros da Marinha na qualificação, na formação de mão de obra de Santana, para que o porto fique realmente em Santana.
Diário - Voltando ao Carnaval, que ganhou visibilidade na gestão anterior, mas na verdade na gestão do seu pai isso tudo começou não é mesmo?
Robson - Isso, eu posso falar com felicidade que o primeiro bloco a sair, que ainda está até hoje, o bloco Faraó, eu era um dos sócios proprietários do bloco, foi o primeiro bloco de carnaval que nós participamos. Eu, Dj Ita, que continua à frente do bloco. Nós demos o pontapé inicial nesse estilo aqui em Santana, ainda era na Ubaldo Figueira, hoje realmente se transformou numa coisa grandiosa, esse ano nós conseguimos alcançar dois diferenciais, primeiro: vamos fazer um carnaval maior e melhor com menos recurso público na formatação do carnaval. Segundo: a união das duas ligas que hoje compõem o carnaval de Santana, em oito anos não tinham sentado pra conversar, principalmente com o poder público, hoje estão unidas junto com o poder público pra fazer o maior carnaval de Santana.
Diário - Que boa notícia então.
Robson - A ideia é após o carnaval nós montarmos uma comissão permanente para que ano que vem seja um carnaval maior com menos recurso ainda, vai se transformar numa coisa realmente é, mais comercial sem perder o apelo social.
Diário - Agora que o senhor formata a sua equipe para fazer planejamento, quando é que vai iniciar o plano diretor daí da sua gestão?
Robson - É, na verdade a gente está na fase de pouca gestão e muita administração de caos, de gerenciamento de crise.
Diário - E de conflitos, não é?
Robson - É, você vai ter uma ideia quinta-feira a Polícia Federal já esteve na Prefeitura a nosso pedido, a nosso pedido. Foi com a equipe técnica fazer uma perícia em todos os computados porque todos os computadores tiveram seus HD’s deletados, é também há suspeitas se confirmadas pelos servidores que era tudo gravado em HD externo e levaram esses HDs. Eles devem voltar essa semana ainda porque todos os convênios de algumas empresa, principalmente da parte de publicidade, é, os contratos, a parte de licitação não se encontram na Prefeitura, nós não estamos conseguindo encontrar esses documentos, vamos oficializar novamente a Polícia Federal pra que se investigue o sumiço desses documentos.
Diário - Quanta bronca heim?
Robson - Realmente, foram, são quinze dias de administração efetiva, dias úteis, realmente de muito administrar o caos. Esses salários, estão com salários atrasado, mas graças a Deus a gente tem conseguido tocar a administração, dar a resposta que a população necessita.
Diário - A falta de informações complica?
Robson - Não passaram para equipe de transição as auditorias que a Prefeitura estava sofrendo, principalmente na área da previdência, tem uma auditoria que foi literalmente escondida, estava no fundo de uma caixa e a caixa estava bem escondida, posso dizer assim, pra se esconder realmente, pra não se procurar, mas a nossa equipe muito eficiente achou.
Diário - Uma verdadeira caixa preta?
Robson - Essa auditoria estamos encaminhado pro Ministério Público Federal, com parecer do auditor do INSS. Ela realmente aponta várias e várias irregularidades na aplicação do dinheiro da SanPrev, que é o instituto de previdência aqui do servidor municipal.
Diário - O senhor tem mantido contato com integrantes da bancada federal no sentido de saber dos convênios federais, saber das emendas federais que existem para Santana?
Robson - Nós temos um orçamento hoje de entorno de R$ 120 milhões, a ideia é dobrar esse orçamento em 2014, buscando a captação de recursos em Brasília, então o diálogo com a bancada federal se iniciou muito bem, nós temos um grande parceiro que é o senador Randolfe, que nos apoiou na campanha esteve conosco nessa caminhada, é o senador Sarney, fundamental nesse projeto, nesse processo de captação de recursos, bem como o deputado Bala que já é campeão de emendas pra Santana, deputada Fátima também tem sido, se monstrado uma grande parceira, é o deputado Milhomen, deputado Davi também, que é do Democratas e esteve também em nosso palanque. O deputado Luiz Carlos, já tivemos uma conversa também muito boa, maravilhosa, se dispôs a colocar várias emendas. Então, é assim realmente com uma relação muito boa que vamos seguir, é o senador Capiberibe também ta e com relação a parte portuária, haja em vista que o PSB nacional detém a Secretaria de Portos, mas está uma relação muito boa com o senador Capiberibe, então eu tenho certeza que Santana vai ganhar muito com essa aproximação com a bancada federal.
Diário - Obrigado pela entrevista.
Robson - Eu que agradeço e convido a todos para virem com suas famílias curtir o Carnaval de Santana.
Perfil..
Entrevistado. O atual prefeito de Santana, Robson Santana Rocha Freires, tem 35 anos de idade. Era vereador do município, aliás, opositor ferrenho ao gestor anterior, Antônio Nogueira (PT). Robson Rocha foi eleito prefeito em Santana pelo PTB na coligação De Mãos Dadas por Santana. Com 22.977 votos (41,78% dos votos), nas eleições de 2011. É herdeiro político do pai, o ex-prefeito Rosemiro Rocha, que foi gestor santanense por dois mandatos. A família tem ainda a irmã de Robson, Mira Rocha, como detentora de mandatos políticos. Ela é deputada estadual. A família se envolve diretamente e unida, nos projetos políticos do grupo que lideram. Robson Rocha reuniu em torno de si muitos partidos e lideranças expressivas.
Joziane Rocha é eleita presidente da Federação das Indústrias do Amapá
Em uma eleição tranquila, foi eleita ontem, 19, a nova diretoria da Federação das Indústrias do Amapá (Fieap). A empresária Joziane Rocha conduzirá o órgão por quatro anos. Os trabalhos foram acompanhados por uma equipe do Ministério do Trabalho e Emprego.
A chapa Legalidade e Justiça foi eleita por unanimidade, e a presidente do Sindicato das Indústrias de Joalheria e Ourivesaria do Amapá recebeu todos os 20 votos. Quem vota são os presidentes dos sindicatos de indústrias filiados a Fieap
“Houve uma conversação prévia que refletiu nessa eleição. Todos os 20 conselheiros da casa votaram a favor. Agora iremos criar políticas de desenvolvimentos e incentivo aos setores econômicos com potencial industrial no Amapá”, disse Jozi Rocha, logo após sua posse.
A nova presidente afirmou que uma das missões de seu mandato é buscar parceria junto ao governo do estado e a outros setores da sociedade “É preciso ampliar os cursos de qualificação do Senai, o nosso Serviço Nacional da Indústria, que é a única forma para os cidadãos amapaenses se qualificarem e conseguir emprego digno”, disse Joziane Rocha.
Enquanto não houve a eleição, uma Junta Governativa administrou a Fieap desde o dia 12 de dezembro do ano passado, tendo coordenado o pleito. Josevaldo Araújo Nascimento, representante da Junta, declarou que o papel da administração foi cumprido e que a palavra de ordem agora é trabalhar.
O comando da Federação passou por entraves judiciais desde o fim do mandato da ex-presidente da entidade, Telma Gurgel. Hidegard, filho de Telma, chegou a ser eleito presidente num pleito que acabou anulado, e dando razão à eleição que ontem escolheu Joziane Rocha.
A chapa Legalidade e Justiça foi eleita por unanimidade, e a presidente do Sindicato das Indústrias de Joalheria e Ourivesaria do Amapá recebeu todos os 20 votos. Quem vota são os presidentes dos sindicatos de indústrias filiados a Fieap
“Houve uma conversação prévia que refletiu nessa eleição. Todos os 20 conselheiros da casa votaram a favor. Agora iremos criar políticas de desenvolvimentos e incentivo aos setores econômicos com potencial industrial no Amapá”, disse Jozi Rocha, logo após sua posse.
A nova presidente afirmou que uma das missões de seu mandato é buscar parceria junto ao governo do estado e a outros setores da sociedade “É preciso ampliar os cursos de qualificação do Senai, o nosso Serviço Nacional da Indústria, que é a única forma para os cidadãos amapaenses se qualificarem e conseguir emprego digno”, disse Joziane Rocha.
Enquanto não houve a eleição, uma Junta Governativa administrou a Fieap desde o dia 12 de dezembro do ano passado, tendo coordenado o pleito. Josevaldo Araújo Nascimento, representante da Junta, declarou que o papel da administração foi cumprido e que a palavra de ordem agora é trabalhar.
O comando da Federação passou por entraves judiciais desde o fim do mandato da ex-presidente da entidade, Telma Gurgel. Hidegard, filho de Telma, chegou a ser eleito presidente num pleito que acabou anulado, e dando razão à eleição que ontem escolheu Joziane Rocha.
Unifap anuncia abertura de quatro novos cursos em 2014
A Universidade Federal do Amapá (Unifap) contará com quatro novos cursos no vestibular do próximo ano. Fisioterapia, engenharia civil, engenharia mecânica e ciências da computação passam a integrar o leque de cursos da instituição. No total, cerca de 200 novas vagas serão abertas.
“Esse cursos fazem parte do processo de expansão da universidade. De dez, faltavam apenas es-ses quatro, que vão abrir um leque bem grande de opções para quem vai prestar vestibular”, afirmou o reitor daUnifap, José Carlos Tavares.
Ele explicou que os cursos não haviam sido implantados devido a questões estruturais. “Os prédios estão quase prontos, sendo que o bloco maior abrigará o curso de fisioterapia”, assegura Tavares. Segundo ele, os equipamentos são mais baratos do que os de medicina.
O reitor falou ainda sobre a Residência Médica que passa a integrar o campus da Unifap. “A continuidade da Residência, vinculada à Unifap, foi aprovada na ultima quarta-feira, e isso é muito importante para nós”, frisou. O edital já foi publicado, e o concurso acontece em fevereiro. A Unifap vai participar na Residência Médica com administração e gerenciamento pedagógicos. 80 médicos formaram-se e destes, segundo Tavares, 40 permaneceram no estado. “Isso mostra a colocação de pessoas especializadas no Amapá. Esses médicos tem uma carga muito grande de prática em suas especialidades. O papel da universidade nesse processo foi aprovado no Ministério de Educação” concluiu.
“Esse cursos fazem parte do processo de expansão da universidade. De dez, faltavam apenas es-ses quatro, que vão abrir um leque bem grande de opções para quem vai prestar vestibular”, afirmou o reitor daUnifap, José Carlos Tavares.
Ele explicou que os cursos não haviam sido implantados devido a questões estruturais. “Os prédios estão quase prontos, sendo que o bloco maior abrigará o curso de fisioterapia”, assegura Tavares. Segundo ele, os equipamentos são mais baratos do que os de medicina.
O reitor falou ainda sobre a Residência Médica que passa a integrar o campus da Unifap. “A continuidade da Residência, vinculada à Unifap, foi aprovada na ultima quarta-feira, e isso é muito importante para nós”, frisou. O edital já foi publicado, e o concurso acontece em fevereiro. A Unifap vai participar na Residência Médica com administração e gerenciamento pedagógicos. 80 médicos formaram-se e destes, segundo Tavares, 40 permaneceram no estado. “Isso mostra a colocação de pessoas especializadas no Amapá. Esses médicos tem uma carga muito grande de prática em suas especialidades. O papel da universidade nesse processo foi aprovado no Ministério de Educação” concluiu.
Senador Randolfe cumpre agenda em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife
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| Os senadores Pedro Taques e Randolfe Rodrigues, aliados de primeira hora no Senado Federal |
Mesmo em recesso das atividades do Senado Federal em Brasília, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), após realizar uma extensa agenda no Amapá, desde hoje, segunda-feira (21), cumpre uma vasta programação em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.
Na capital paulista ele irá divulgar nos mais importantes veículos de informação do país suas propostas para a candidatura à presidência do senado, as conquistas e os desafios de 2012, as lutas e os planos para 2013.
No Rio de Janeiro o encontro será para solucionar o caos aéreo enfrentado pelos amapaenses.
O senador e representantes da Bancada Federal reunirão com uma empresa para buscar redução dos custos com combustível. Neste sentido, ano passado, já obteve duas conquistas: a instalação da empresa goiana SETE Linhas Aéreas e o início das obras de construção dos dois módulos operacionais no Aeroporto Internacional de Macapá, que serão utilizados como salas de embarque e desembarque de passageiros.
Em Recife o senador foi convidado a participar da 8ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), o tema do encontro será "A volta da Asa Branca - uma homenagem a Luiz Gonzaga", o senador vai palestrar sobre o tema: "A luta por conquistas da juventude brasileira".
Carla Ferreira
Contato: (96) 81101234
Twitter: @Carlinha_F
e-mail: carlinhamrf@gmail.com
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Coluna Argumentos, sexta-feira, 18 de janeiro de 2013.
Crack
Pacientes dependentes químicos poderão ter internação compulsória por meio de uma diretriz nacional. A medida consta de projeto de lei (PL 7663/10) já aprovado em comissão especial da Câmara e que está pronto para votação em Plenário, a partir de fevereiro.
Vê se pode
O agressor do borracheiro se entregou, forçado, à polícia, depois de denúncias anônimas. Disse que sempre andava com o terçado no carro e que o motivo da agressão foi ter sido mal atendido pelo funcionário.
Caso
Sobre o caso do borracheiro e seu rival, o que chamou a atenção foi o fato da movimentação na delegacia ter mobilizado até a cúpula da Secretaria de Segurança Pública. O próprio secretário atendeu a imprensa.
Marina
Entusiasta da vocação portuária, presidente do Sindicato das Empresas do Turismo, Edir Pacheco, aplaude decisão do prefeito Robson Rocha de debater tema com a Marinha.
Coisa feia
Trote telefônico, por si, já é uma grande sujeira. Agora quando essa falsa chamada é para órgãos de emergência, é um crime. Aqui no Amapá a bombeira Patrícia Gonçalves Façanha morreu em um acidente de trânsito quando iria atender um trote.
Leitura
Presidente da Fecomércio, empresário Ladislau Monte, encara a estrada de terra até Laranjal do Jari, hoje cedo. Mas por uma causa nobre: reinaugurar a Biblioteca do Sesc Ler, de lá.
Social
Agricultores de Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Macapá estão recebendo mudas de açaí produzidas no viveiro da Anglo American. A distribuição faz parte de um projeto sócio-ambiental da empresa visando geração de renda e emprego às comunidades vizinhas ao empreendimento.
Comércio
Pesquisa do IBGE mostra que o Amapá mantém o comércio em fase de crescimento, apesar dos pesares. Em novembro, último mês do levantamento, o comércio obteve o quarto melhor desempenho nacional: 18,9%. Esses números refletem a manutenção do crescimento verificado nos meses anteriores, e é melhor do que o mesmo período do ano anterior.
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