Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista e radialista Luiz Melo (Grupo Diário de Comunicação), o deputado federal Roberto Góes (PDT-AP) analisa de forma franca e objetiva a realidade política brasileira e o cenário local, fala sobre os processos que responde no STF e revela que o seu partido, que tem como maior liderança o governador Waldez Góes, está conversando com vários partidos, inclusive com os de oposição, na tentativa de criar um arco de alianças das mais diversificadas frentes para a disputa das eleições gerais de 2018, inclusive o PCdoB, o PT e o Psol. Desportista desde a infância e presidente da Federação Amapaense de Futebol (FAF), Roberto Góes admite, até, uma união de forças com a Rede, do senador Randolfe Rodrigues, e o PSB, do senador João Capiberibe, adversário histórico do PDT no Amapá.
Luiz Melo – Quando o senhor iniciou sua carreira política?
Roberto Góes – Minha atuação parlamentar começou em 1992, quando me elegi vereador pelo PSD e tomei posse em 1993, sendo prefeito de Macapá na época o atual vice governador Papaléo Paes; em 1994 fui eleito deputado estadual, com mandato a partir de 1995 na primeira gestão do governador João Capiberibe; logo em seguida o PSD se fundiu com o PTB, onde passei alguns meses e depois me elegi deputado estadual. Posteriormente, em 2008, fui eleito prefeito de Macapá e atualmente exerço meu primeiro mandato de deputado federal, para o qual fui eleito em 2014.
Luiz Melo – O senhor tentou a reeleição à Prefeitura de Macapá em 2012 e por muito pouco não logrou êxito. O senhor voltaria a ser candidato a prefeito?
Roberto Góes – Na realidade, sou contra reeleição, porque nos dois últimos anos do mandato você acaba não fazendo governo, mas sim política; passa dois anos pensando na reeleição, mas também acho que quatro anos para o mandato é muito pouco. O ideal seria de cinco a seis anos sem reeleição.
Luiz Melo – Foi boa a sua experiência como prefeito?
Roberto Góes – Sim. Aprendi muito. Todo aquele que tem oportunidade de administrar um município, um estado e mesmo uma secretaria de governo, e deixa um legado, como eu deixei, sente-se gratificado pela contribuição que deu para o desenvolvimento do seu município, do seu estado…
Luiz Melo – O senhor foi o deputado mais votado nas eleições de 2014. Nesses quase três anos de mandato o senhor mudou o seu modus operandi, digamos assim, considerando a sua fama de ‘pavio curto’?
Roberto Góes – Na verdade eu não tenho o pavio curto, pois apenas me defendo das pessoas que querem brigar comigo. Sempre procuro me defender; mas a gente vai mudando com a idade, a experiência, a convivência com outras pessoas. A Câmara tem sido um aprendizado pra mim, pois lá são 513 pessoas que pensam diferente, inclusive com grandes brasileiros que contribuíram com seus estados, com o país de modo geral; ao contrário do que alguns pensam, a Câmara tem muitos políticos decentes, de grande envergadura moral e intelectual, como o Miro Teixeira, por exemplo, uma pessoa que admiro muito, um grande brasileiro, dentre tantos outros.
Luiz Melo – Mas na Câmara tem muitos maus políticos também. E muitos faltosos…
Roberto Góes – A Câmara é um reflexo da comunidade, da sociedade; a atuação do parlamentar não é só no Plenário, há agendas com ministros, nos estados, no governo, agendas internacionais; é um trabalho intenso, diuturno, e tantas ações muitas vezes exigem a ausência do parlamentar do Plenário.
Luiz Melo – A politica é mesmo uma eterna e inevitável troca de favores?
Roberto Góes – Não só a partidária, como também a política da vida; você vive constantemente tentando sobreviver nesse ritmo de vida que precisa, sim, estar constantemente conversando, negociando, buscando alternativas, seja no trabalho, na Igreja, no futebol, enfim, em todos os setores; o sistema não para e por isso temos que sempre buscar alternativas, compensar, conversar. Tem uma frase atribuída ao Lucas Barreto, que eu concordo plenamente, dizendo que “na política ou na vida não é como a gente quer, é como poder ser”.
Luiz Melo – Destroçado com o impeachment de Dilma e agora com o Lula prestes a ser preso, na sua avaliação o PT ainda consegue se botar de pé apesar do descrédito que passa?
Roberto Góes – Tive oportunidade de viver esses últimos três anos na Câmara, onde existe grande briga pelo Poder, e vejo que isso não acontece só com PT, pois hoje existe essa discussão a nível nacional envolvendo todos os partidos; eu fiz parte da base política da Dilma, fui vice líder do governo dela e vi que muitas reformas dessas que hoje estão sendo aprovadas o PT era a favor, mas hoje vira o disco, assim como outros partidos que eram contra e agora são a favor e vice versa; o Lula foi um grande presidente, em especial na geração de emprego e renda, no fortalecimento das universidades federais, na melhoria da autoestima dos cidadãos; as empresas também cresceram. O que eu defendo é que todas as forças políticas, de todos os partidos, de todas as ideologias devem ser juntadas para buscarmos, unidos, uma alternativa para conduzir o país.
Luiz Melo – Mas o PT se perdeu dentro do Poder…
Roberto Góes – O que eu vejo é que o PT era um partido cujos companheiros sempre apontavam os dedos para os companheiros de outros partidos, mas quando uma mancha de tinta pegou na camisa vermelha começou a manchar a biografia do partido. Além disso, esse modelo de gestão está perdido, está altamente ultrapassado; por isso o Brasil precisa de um novo modelo de gestão.
Luiz Melo – O senhor concorda com candidaturas avulsas para todos os cargos eletivos?
Roberto Góes – Hoje a mídia, as redes sociais vêm massacrando a classe política. Mas eu entendo que não há um só país democrático no mundo que viva sem políticos; não se pode marginalizar o politico, pois a politica é reflexo da sociedade; no parlamento, por exemplo, temos radialistas, taxistas, doutores, advogados, autônomos, enfim, todos os segmentos do povo têm sua representatividade.
Luiz Melo – Analistas políticos e da área econômica defendem maior alternância no Poder…
Roberto Góes – Veja só, o Fernando Henrique Cardoso, um reconhecido intelectual, fez grande governo, mas mesmo assim enfrentou problemas; logo depois dele o povo elegeu um operário, um homem do Nordeste, que contribuiu muito para o crescimento do país; depois o povo brasileiro elegeu uma mulher; essa alternância no Poder sempre existiu; a população sempre votou consciente, sempre mudou esperando que o eleito trabalhe em favor da sociedade.
Luiz Melo – Nesse caso, ao que o senhor atribui tantos reveses, tantos escândalos?
Roberto Góes – Nesse pouco tempo na Câmara dos Deputados eu constato que o país cresceu, mas tem uma grande conspiração internacional para conter esse crescimento, como esse escândalo recente na área de carnes que reduziu a exportação exatamente porque o Brasil é um dos maiores exportadores de carnes; hoje nossas carnes estão sendo boicotadas em todo o mundo; e isso aconteceu exatamente para enfraquecer o país; isso vem acontecendo de forma recorrente seja na carne, na produção de grãos e também na política; porém, mesmo com toda essa turbulência nós vemos que os índices do país estão reagindo; mas, infelizmente, essa turbulência vai ter sempre, porque o crescimento do Brasil incomoda muitos outros países.
Luiz Melo – Agora o presidente Michel Temer caminha sobre gelo fino, por assim dizer. Ele sobrevive ou afunda?
Roberto Góes – O PMDB e os demais partidos da base aliada se empenham muito para que aconteça logo a votação que vai autorizar ou não a investigação contra o Temer, porque se ela ocorrer em curto prazo há chance dele sobreviver, mas se demorar a ocorrer essa votação eu acredito que ele não vai resistir.
Luiz Melo – Segundo na linha sucessória, como presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia tem competência para governar o país?
Roberto Góes – Ele tem tradição, experiência, é filho de um grande governador do Rio de Janeiro, de uma tradicional família com forte atuação política, mas mesmo assim eu não acredito que ele suporte a pressão do Congresso Nacional, porque lá muitos vivem em função de si próprios; caso ele venha a assumir o comando do país, a pressão da Câmara e do Senado vai ser muito maior do que foi com a Dilma, o Temer e o próprio Lula. Se não tiver uma composição de forças políticas as coisas não andam, e isso acontece em todos os níveis da administração pública, seja na Presidência da República, seja nos estados e nos municípios.
Luiz Melo – Se o Rodrigo Maia assumir seria um mau negócio para o PDT no Amapá?
Roberto Góes – Não, de jeito nenhum. O PDT está bem consolidado no estado; o governador Waldez vem dando resposta; mesmo pegando o governo como pegou, com muitos problemas, ele já conseguiu avanços consideráveis, melhorando sensivelmente as áreas da saúde, educação e segurança pública; ele vem reagindo, vem fazendo grandes obras, contando para isso com a ajuda da maioria dos parlamentares da bancada, no Senado e na Câmara; o senador Davi (DEM) é uma das exceções, porque ele tem oportunidade, como vice líder do governo, de trazer benefícios para o estado, mas até agora não fez; eu fui vice líder, e mesmo atacado por todos os lados, respondendo a processos, com muita superação e seguindo a orientação do presidente José Sarney, conseguimos conquistas importantes, como por exemplo ficamos acampados no Palácio do Planalto até a presidente Dilma assinar o decreto de transferência das terras da União para o Amapá. Eu tenho visto o Davi até agora, na mesma função que eu exerci, só com muita conversa e pouca ação.
Luiz Melo – Como vai ser a relação do PDT com o presidente Temer daqui pra diante?
Roberto Góes – Tudo vai depender da aceitação ou não pela Câmara da denúncia feita contra ele pela Procuradoria Geral da República.
Luiz Melo – O senhor admitia até há bem pouco tempo que gostaria de se candidatar ao Senado, mas pelo visto agora mudou de ideia…
Roberto Góes – Não é que eu não queira, na verdade o PDT tem como prioridade a reeleição do governador Waldez Góes, que tem se dedicado bastante à governabilidade, de fazer a gestão com o apoio dos parlamentares federais e estaduais, com os prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias, e ele vem fazendo isso de forma muito clara, buscando alternativas, dialogando permanentemente com todos os partidos; e a governança ele está fazendo botando os secretários pra trabalhar para o estado andar; grandes obras já foram feitas e muitas outras estão em andamento. Hoje nossa prioridade é a sua reeleição e dentro desse foco queremos atrair outros parceiros, tanto que estamos tendo conversas com o Vinícius Gurgel, Lucas Barreto, Jaime Nunes, com o Pedro Paulo, com várias personalidades políticas de diferentes partidos.
Luiz Melo – Então esse seu recuo de uma eventual candidatura ao Senado não tem nada a ver com uma possível candidatura do ex-presidente Sarney?
Roberto Góes – Eu sempre falei sobre o carinho e o respeito que tenho pelo presidente Sarney, porque reconheço a sua importância para o Amapá; eu sempre disse que se ele fosse o candidato (ao Senado) eu o apoiaria de imediato; eu tenho certeza que se o presidente Sarney estivesse no Senado essa crise política não estava acontecendo. Eu o visito sempre, ele está bem fisicamente, está muito lúcido, mas não deixa transparecer essa intenção de forma objetiva; num momento sinto que ele quer, mas em outro momento não. E reafirmo: no momento o foco, a nossa prioridade é a reeleição do Waldez, por entendermos que ele tem ainda muito a fazer pelo estado; por isso eu abri mão de disputar o Senado, permitindo a construção de uma grande aliança, e nesse caminho tem o Lucas Barreto, o Jorge Amanajás, Jaime Nunes, Papaléo Paes, o Pedro Paulo, tem o Gilvam Borges, que sempre foi parceiro do PDT de primeira hora.
Luiz Melo – Na sua avaliação, como haverá duas vagas ao Senado em disputa, a oposição faz um senador e a situação outro?
Roberto Góes – Eu acredito nisso… O Randolfe está muito bem posicionado… Há uma série de perspectivas pela frente; o Psol tem uma relação muito boa com PDT em nível nacional… Eu também não descarto a possibilidade de conversarmos com o Randolfe e com o próprio prefeito Clécio (ambos da Rede), com o senador Capiberibe, que tem uma articulação muito forte, e considerando que o PSB e o PDT sempre estão juntos em nível nacional, aqui no Amapá há algumas divergências, mas não vejo nenhum problema para uma composição.
Luiz Melo – Nesse caso, como agradar a gregos e troianos colocando tudo num mesmo grupo?
Roberto Góes – Estamos vivendo uma transição política muito forte, e acredito que um amplo entendimento poderia garantir a governabilidade, trabalhando com tranquilidade e segurança para uma transição do governo no futuro.
Luiz Melo – O senador Davi vem pregando que será candidato ao governo do Amapá em 2018…
Roberto Góes – Eu não vejo o Davi como adversário; ele foi meu secretário de obras, e essa foi a única vez que ele trabalhou na administração pública, porque antes e depois ele não administrou nada, absolutamente nada; não vejo ele com toda essa liderança politica; não se constrói um nome para o governo sem base política; o Davi não se elegeu para o Senado com votos dele, e sim do PSB, que deu os votos para ele se eleger, assim como o partido também fez com o Clécio quando eu me candidatei à reeleição para prefeito de Macapá. Eu não vou subestimar a articulação nem a inteligência do senador Davi, mas vejo hoje o próprio senador Capiberibe bem posicionado tanto para o Senado como para o governo, e bem melhor que o próprio Davi, como também vejo o senador Randolfe bem melhor posicionado para a reeleição.
Luiz Melo – Com Jaime Nunes compondo a chapa de Waldez como vice sobraria Gilvam e Papaléo para o Senado. O senhor também vislumbra esse quadro?
Roberto Góes – Claro que sim. Com o Papaléo permanecendo como vice, seria o Gilvam e o Jaime Nunes (a dobradinha para o Senado); vejo também outros nomes, como a professora Marcivânia, ou mesmo o vice pode vir, quem sabe, do Laranjal do Jari, do Oiapoque; temos grandes nomes para vice, como o Jorge Amanajás, o Lucas Barreto… Vejo que temos condições de fazer uma grande aliança, até mesmo com possibilidade de o vice ser do PSOL, da REDE, alguém do próprio grupo do prefeito Clécio, ou do prefeito Ofirney Sadala, de Santana, do PCdoB, quer também tem conversado muito com o governador Waldez; sei que o deputado Milhomen tem relação direta com o Clécio, mas o partido vem conversando muito com o Waldez.
Luiz Melo – O senhor acha que vai ser possível aprovar as reformas trabalhista e previdenciária?
Roberto Góes – Diante de todo esse turbilhão o PDT tem se posicionado contra. Eu acho que a reforma trabalhista tem que ser mais discutida, porque talvez não seja como o governo pensa, e por isso, não apenas a trabalhista e a previdenciária, como também a reforma política tem que ser feita através de um novo pacto federativo; eu não vejo nesse momento condição de aprovação de nenhuma delas. As eleições estão ai na frente, a pré-campanha já começa agora até dezembro… Não há unidade no país, ninguém quer abrir mão; trabalhei na comissão trabalhista (da Câmara) e vi muitas vezes professor, policial, médico, servidor público em geral dizer que não vai abrir mão de nada; tem que haver muita discussão porque não pode ser só como o governo quer ou só como a sociedade quer.
Luiz Melo – O Michel Temer está aí no turbilhão da corrupção. Se o Rodrigo Maia montar no cavalo, que pode passar selado pela segunda vez, ele tem como pacificar o país?
Roberto Góes – Não tem como pacificar o país nesta situação; para pacificar tem que haver eleição, um novo governo e novos ministros.
Luiz Melo – Esse ‘cavalo selado’ pode ser montado pelo Bolsonaro?
Roberto Góes – Eu não acredito. Acho muito difícil essa possibilidade. Nós precisamos criar novas lideranças porque todas as grandes lideranças com trabalhos voltados para o Brasil estão manchadas. Porém, é necessário ressaltar que a questão ética não deve ser trabalhada só na Câmara e no Senado, mas também em toda a sociedade, acabando com os maus costumes de furar fila no banco, de ‘dar carteirada’…
Luiz Melo – O senhor é reconhecidamente um político bom de voto. A que o senhor atribui isso?
Roberto Góes – É por causa da minha convivência com o eleitorado, tentando solucionar os problemas coletivos; é essa a minha vida. Eu assumi a vida publica para melhorar a vida do cidadão; eu não faço negociata, não tenho empresa, e politico que faz como eu faço vem logrando êxito; na minha família todos fazem isso, indistintamente, desde a minha mãe Maria Góes como deputada ao meu irmão mais novo, Cláudio, que é vereador.
Luiz Melo – Os processos que o senhor ainda responde na justiça federal o preocupam? O senhor vai consegue colocar os ‘pingos os iiis’ a tempo de não prejudicar a sua candidatura à reeleição?
Roberto Góes – É importante destacar que fui vereador, depois deputado estadual, agora deputado federal e nunca tive problemas com a justiça nos exercícios desses mandatos; fui ter processos na prefeitura de Macapá, num total de dez; como esses processos subiram para Brasília, meus advogados estão trabalhando; já ganhei alguns, outros estão para serem julgados; tem aqui no estado a doutora Glaucia e em Brasília o doutor Luiz Henrique, e sempre que sou intimado eu levo as minhas comprovações; estou com meus direitos políticos plenos para disputar qualquer eleição; e afirmo com toda a convicção: posso responder pelas coisas que eu fiz, não pelo que dizem que eu fiz.
Luiz Melo – Recentemente a imprensa nacional destacou que, ao ser intimado através de telefone por um oficial de justiça do STF o senhor respondeu “intimado porra nenhuma”… O que foi que realmente aconteceu?
Roberto Góes – Isso ocorreu em fevereiro, quando eu estava embarcando com uma delegação brasileira de futebol para o Catar e o meu telefone tocou; a pessoa disse que era oficial de justiça e estava me notificando; aí, de bate pronto, eu respondi “intimando porra nenhuma”, mas eu respondi assim pensando que se tratava de trote; na realidade eu não sabia se era realmente um oficial de justiça; eu não tenho maldade nem arrogância e tampouco prepotência; toda vez que fui notificado eu sempre compareci, porque não tem ninguém mais interessado que eu de provar a minha inocência das coisas que sou acusado; depois pedi ao meu advogado para entrar em contato com oficial para confirmar se era ele mesmo e ficou tudo esclarecido.
Luiz Melo – O senhor prevê que a bancada federal do Amapá manterá em 2018 quantos dos oito deputados?
Roberto Góes – Acredito que o percentual de mudança vai seguir a tradição de 50%, que é a média nacional; não se trata, porém, se um ou outro não tem condições de se eleger, porque muitas vezes o deputado tem muitos votos, mas acaba não se reelegendo por causa do coeficiente eleitoral; da nossa parte, nós vamos lutar para fazer o maior numero possível de parlamentares. Eu vejo que cada deputado faz o seu papel, todos, indistintamente, como o André Abdon, Vinícius Gurgel, Josi Araújo, a professora Marcivânia, o Cabuçu Borges, Marcos Reátegui, a Janete Capiberibe… Enfim, todos têm um papel importante nos cenários nacional e local, e nós sempre nos unimos para participar de grandes discussões. Nossa bancada é de oito, muito pequena se comparada às de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas, que juntas representam a metade dos 513 deputados, mas acabamos ficando fortes, com maior poder de barganha quando nos unimos às demais bancadas, além do fato de que cada deputado dentro do seu partido orienta sua bancada para votar favoravelmente a projetos de interesse do Amapá.
Luiz Melo – O senhor não citou o ex-deputado Bala Rocha para compor a aliança que está sendo articulada pela base aliada do Palácio do Setentrião. Isso significa dizer que ele está fora?
Roberto Góes – De jeito nenhum, muito pelo contrário, porque o deputado Bala tem uma relação muito boa com o governador Waldez, com a base aliada. Inclusive eu tenho visto pesquisas com o nome do Bala aparecendo com destaque. Ele e Waldez estão conversando, como também com várias outras lideranças políticas… O deputado Bala Rocha faz parte da aliança com muitos parceiros que irão participar desse grande projeto para 2018.
Luiz Melo – Prestes a concluir o seu mandato, o senhor se dá por satisfeito pelo trabalho realizado em Brasília?
Roberto Góes – Não, não me dou por satisfeito. Acho que eu poderia ter feito muito mais; porém esse turbilhão em Brasília, com tanta briga pelo Poder, atrapalha muito e a gente acaba produzindo pouco; agora vamos depender da aceitação ou não da denúncia contra o Temer para consolidar muito mais ações em benefício do Amapá e de todos os amapaenses.
Luiz Melo – Fala-se muito que o presidente Michel Temer está liberando emendas para os deputados para garantir os votos necessários à rejeição da denúncia e sua consequente manutenção no Palácio do Planalto…
Roberto Góes – A mídia diz isso, mas é importante esclarecer que essas emendas parlamentares não são dos deputados, mas sim destinadas aos estados, aos municípios, para investimentos em saúde, construção de escolas, revitalização de praças e segurança pública; a imprensa noticia que deputado fulano de tal é voto garantido para o Temer porque vai receber 16 milhões de reais em emenda, por exemplo; isso não existe, uma coisa não tem nada a ver com a outra, tudo é resultado do trabalho parlamentar.
sábado, 22 de julho de 2017
quinta-feira, 20 de julho de 2017
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quinta-feira, dia 20 de julho de 2017.
Extremos
Enquanto lá no sul o país congela, por aqui, em plena Floresta Amazônica é verão, esquentando a estação das férias escolares. A previsão é de tempo firme nesta quinta-feira, com termômetro beirando os 36ºC. A dica é se hidratar muito bem e pegar uma sombra.
Defesa
Comandante do 34º BIS, coronel Robson Mattos, retorna de Belém, onde participou de uma nova edição dos Jogos de Guerra. Mas calma, a guerra era virtual, mas de grande valia para a instrução militar.
Naval
Já o comandante da Capitania dos Portos, capitão Oliveira Caldas, afina preparativos para a reta final das férias de julho. Ponto alto será o Festival do Camarão, na vizinha Ilha do Afuá. Alerta aos comandantes!
Finanças
Secretário do Planejamento, Teles Júnior, foi ao rádio ontem e voltou a usar o drama do estado do Rio para evidenciar que aqui o GEA vai dando conta do recado. Quer dizer da folha e dos investimentos.
De fora
Antônio Feijão, ex deputado federal, garante ter pendurado as chuteiras da política partidária. Mas não se omite de opinar sobre política. Aliás, mantém-se ativo nesse quesito. Um grande quadro ele é.
Desafio
Presidente da Fecomércio, Eliezir Viterbino, chamou seu diretor Miguelangelo Souza Martins para uma reunião ontem logo cedo. Só que ao invés da roupa social, tênis e duas bikes para cortar a cidade de ponta a ponta. Desafio aceito, tanto que o dirigente postou depois numa rede social: “Manda bem no pedal”. Saúde em dia!
Em visita a Unidade Mista de Vitória do Jari, uma equipe técnica do Governo do Estado esteve reunida com a direção da instituição para agilizar demandas que melhorem o atendimento assistencial ofertado pelo Estado. São soluções que começam com esse tipo de interação, nota 10!
Saúde
A propósito, esse hospital é referência para toda a região do Vale do Jari. A unidade tem um projeto de reforma e ampliação que contempla toda a estrutura física, com salas de parto, consultório médico, farmácia e outras salas para pequenos procedimentos. O projeto será desenvolvido no valor de R$ 250 mil.
Palavra
Segundo o titular da SESA, Gastão Calandrini, o governo também está estudando a aquisição de uma nova ambulância para ser disponibilizada à unidade que, atualmente, tem apenas uma para fazer o deslocamento de usuários em casos de urgência. Tomara mesmo.
MPF atua para garantir acessibilidade em ônibus do programa “Caminho da Escola”
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e os Governos do Estado do Amapá e do Município de Macapá acataram recomendação do Ministério Público Federal (MPF) para garantir a acessibilidade nos ônibus escolares do programa “Caminho da Escola”. As informações sobre o cumprimento da recomendação foram encaminhadas pelos órgãos ao longo dos meses de maio e junho, por meio de ofícios.
Em inquérito em trâmite no MPF/AP foi constatado que os ônibus escolares adquiridos no âmbito do programa “Caminho da Escola” não observavam a aplicação e a implementação das normas legais de acessibilidade. Um exemplo disso é o levantamento feito pela Secretaria de Educação de Macapá, pelo qual foi informada a existência de dezoito ônibus escolares para atendimento das escolas da zona rural, tendo sido constatado que apenas parcela deles é integralmente adaptada às pessoas com deficiência.
Com o intuito de melhorar o acesso e a permanência do aluno com deficiência na escola, o MPF/AP, por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), recomendou aos órgãos providências no sentido de que os ônibus escolares sejam adquiridos observando integralmente a legislação sobre acessibilidade. Para o MPF/AP, a aquisição de ônibus escolares apenas parcialmente adaptados contraria a legislação, em especial o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.
O Inmetro, responsável pelo apoio técnico do projeto, comprometeu-se a observar as regras de acessibilidade ao definir as características técnicas dos veículos a serem licitados. Já o FNDE informou que o próximo edital de pregão eletrônico, previsto para ocorrer ainda neste exercício, irá contemplar ônibus com equipamentos de acessibilidade, nos moldes do que foi recomendado pelo MPF/AP.
Caminho da Escola
O programa do governo federal foi criado com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares e auxiliar o acesso e a permanência na escola dos estudantes da educação básica da zona rural nas redes estaduais e municipais. Por meio de pregão eletrônico realizado pelo FNDE, Estados e Municípios podem adquirir veículos padronizados para o transporte escolar.
Segundo informações do Governo do Estado do Amapá, existem oito veículos adquiridos pelo programa para transporte escolar de alunos de escolas estaduais em seis municípios. Já a Prefeitura de Macapá informou que há dezoito ônibus para transporte de alunos na zona rural do município. As duas instituições também informaram que as próximas aquisições serão feitas seguindo integralmente a legislação de acessibilidade.
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 19 de julho de 2017
Debate
No próximo sábado nosso programa de rádio edita um debate sobre o Governo Temer. De um lado, parlamentar aliado e de outro, um de oposição. Promessa de polêmica, mas com argumentação, claro. Sem essa de que do pescoço pra baixo tudo é canela.
Rádio
O cerne da questão é avaliar erros e acertos da atual gestão do governo federal, mas também avaliar esse vale-tudo na hora de garantir blindagem a Temer no Congresso Nacional. O Conexão Brasília é das 7 às 9 horas!
YouTube
Outra novidade do rádio que também estará em vídeo são os programetes de 10 minutos. Um deles leva o nome desta coluna, ARGUMENTOS, cuja linha é o de entrevistas do tipo “papo reto”. É só esperar e clicar.
Emoção
Uma das novidades a gente já levou ao ar, o quadro FALA AGORA, quando um homenageado é confrontado com a opinião de amigos, familiares, subordinados ou chefes a seu respeito. Aí dizemos: “Fala agora”.
Comemoração
Essas novidades fazem parte do pacote de inovações que integram as comemorações pelos de anos no ar do nosso programa, que começou na 102 FM e está na Diário FM desde o início. Luiz Melo é quem chancela.
As pontes
Vagas
Senai publica lista de aprovados no concurso de bolsas para os cursos técnicos. Os candidatos podem acessar na área Editais, no site www.ap.senai.br. A instituição ofertou nove oportunidades direcionadas aos cursos Eletromecânica e Segurança do Trabalho, para Macapá e Eletrotécnica para Santana.
Regra
O candidato classificado no processo seletivo deverá formalizar a matrícula nas Secretarias dos Centros de Formação Profissional Macapá ou Santana, de acordo com o curso escolhido, no período de 1 a 4 de agosto, em horário comercial. Para isso, é necessário apresentar original e cópia de seus documentos pessoais.
Chance
E olha essa. Quem realizou a prova do concurso, mas não foi aprovado, pode aproveitar a nota para concorrer a uma das vagas da habilitação técnica como teste de nivelamento. Assim, será possível matricular-se normalmente, após pagamento de mensalidade.
No próximo sábado nosso programa de rádio edita um debate sobre o Governo Temer. De um lado, parlamentar aliado e de outro, um de oposição. Promessa de polêmica, mas com argumentação, claro. Sem essa de que do pescoço pra baixo tudo é canela.
Rádio
O cerne da questão é avaliar erros e acertos da atual gestão do governo federal, mas também avaliar esse vale-tudo na hora de garantir blindagem a Temer no Congresso Nacional. O Conexão Brasília é das 7 às 9 horas!
YouTube
Outra novidade do rádio que também estará em vídeo são os programetes de 10 minutos. Um deles leva o nome desta coluna, ARGUMENTOS, cuja linha é o de entrevistas do tipo “papo reto”. É só esperar e clicar.
Emoção
Uma das novidades a gente já levou ao ar, o quadro FALA AGORA, quando um homenageado é confrontado com a opinião de amigos, familiares, subordinados ou chefes a seu respeito. Aí dizemos: “Fala agora”.
Comemoração
Essas novidades fazem parte do pacote de inovações que integram as comemorações pelos de anos no ar do nosso programa, que começou na 102 FM e está na Diário FM desde o início. Luiz Melo é quem chancela.
As pontes
Uma das questões mais debatidas durante as últimas eleições foram as pontes de madeira nas áreas de baixada. Ontem, um ano e meio depois da posse no segundo mandato, o prefeito Clécio foi acompanhar o aliado Davi Alcolumbre na entrega de parte do projeto de recuperar pontes de madeira com dinheiro federal.
Senai publica lista de aprovados no concurso de bolsas para os cursos técnicos. Os candidatos podem acessar na área Editais, no site www.ap.senai.br. A instituição ofertou nove oportunidades direcionadas aos cursos Eletromecânica e Segurança do Trabalho, para Macapá e Eletrotécnica para Santana.
Regra
O candidato classificado no processo seletivo deverá formalizar a matrícula nas Secretarias dos Centros de Formação Profissional Macapá ou Santana, de acordo com o curso escolhido, no período de 1 a 4 de agosto, em horário comercial. Para isso, é necessário apresentar original e cópia de seus documentos pessoais.
Chance
E olha essa. Quem realizou a prova do concurso, mas não foi aprovado, pode aproveitar a nota para concorrer a uma das vagas da habilitação técnica como teste de nivelamento. Assim, será possível matricular-se normalmente, após pagamento de mensalidade.
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, terça-feira, dia 18 de julho de 2017.
Marinha
Em entrevista ao nosso canal no YouTube, o comandante de operações navais da Marinha, Almirante Fernandes, confirma que a Esquadra está sendo ampliada. Além da sede no Rio, uma nova frente estará se instalando ao Norte do país, em São Luís (MA).
Bélico
Para entender, a Esquadra é como se fosse o QG [Quartel General] de um Exército, ou a garagem de uma frota de blindados. Ou o cais de onde nossas armas de guerra naval ficam centralisadas.
Proteção
O Almirante Fernandes, respondendo ao colunista, diz que esse grande projeto, de abrir uma segunda Esquadra mais ao Norte tem a ver com a cobiça internacional pela Amazônia. Mais em youtube.com/cleberbarbosa.
Vagas
GEA abriu edital com 599 vagas para seleção de professores de cursos técnicos. A inscrição vai até dia 21. Além de seleção de bolsistas, o edital também é de formação de cadastro reserva para o MedioTec.
Apoio
É ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), desenvolvido pelos governos do Estado e federal, em parceria com o Instituto Federal do Amapá (Ifap) e o Centro Apoena.
Mercado
Clientes do Itaú em Macapá, na agência Presidente Vargas, contam com toda a presteza e simpatia da gerente Renata Muniz (foto), uma paraense da gema que logo se aclimatou entre os amapaenses. A coluna registra e felicita o banco por colocar agentes financeiros hábeis e de fino trato. Nota 10!
A notícia que virou capa da Revista Diário deste mês, sobre a abertura ao turismo internacional pela Guiana Francesa provoca muita discussão. De um lado gente dizendo não acreditar na novidade: a dispensa do visto para se fazer conexões em Caiena. De outro, gente dizendo que isso já existia.
Diplomata
Uma dessas pessoas é o ex cônsul da França em Macapá, Jean-François Le Cornec. Em uma rede social, ele criticou a exploração da notícia. Ele escreveu em inglês e português: “Not a scoop… já faz algum tempo. E agora que é noticiado… slow”. A tradução seria "não é furo jornalístico; lento". Ocorre que ele próprio quando no posto, jamais falou a esse respeito.
Patente
Por aqui, representantes do setor de agências de viagem também dizem jamais ter conhecimento disso, ao contrário, relatam a dificuldade para o incremento do turismo com a exigência burocrática do visto até para as conexões em Caiena para a Europa, EUA ou Caribe.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Randolfe garante a liberação de R$ 261 mil em emendas para o Ministério Público
O Ministério Público do Amapá (MP-AP) receberá R$ 261.248,00 (duzentos e sessenta e um mil e duzentos e quarenta e oito reais), fruto de emenda parlamentar do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP). O dinheiro já foi liberado e autorizado para uso da do MP. A liberação do recurso foi informada ao Procurador Geral de Justiça, Dr. Márcio Augusto.
A verba será destinada à aquisição de equipamentos de Tecnologia da Informação para a Nova Casa da Cidadania do município de Laranjal do Jari. O aparelhamento está orçado no valor total 288.698,00. O MP custeará a contrapartida no valor de 27.450,00.
Randolfe comemorou a liberação da emenda e ressaltou que é um ferrenho admirador do MP. O congressista destacou que a instituição é essencial no combate a corrupção e fiscalização dos poderes, assim como no resguardado dos direitos do cidadão.
“Esse recurso auxiliará na estruturação do MP em Laranjal do Jari e ajudará na garantia da ordem jurídica e social daquele município”, comentou o senador.
Em 2012, o senador Randolfe destinou R$366.100,00 (trezentos e sessenta e seis mil e cem reais) ao Governo Estado do Amapá para construção da Praça da Samaúma, localizada aos arredores do novo prédio do Ministério Público Estadual, no Araxá. Além disso, trabalhou alinhado com o MP em dezenas de ações em prol da população amapaense, sempre dando apoio à instituição.
“O MP possui uma linda história de lutas no Amapá e Brasil. A nobre instituição é fundamental para a Democracia. O aparelhamento do órgão é fundamental para o sucesso de suas atividades. Seguiremos no trabalho pelo povo do Amapá”, salientou o congressista.
A verba será destinada à aquisição de equipamentos de Tecnologia da Informação para a Nova Casa da Cidadania do município de Laranjal do Jari. O aparelhamento está orçado no valor total 288.698,00. O MP custeará a contrapartida no valor de 27.450,00.
Randolfe comemorou a liberação da emenda e ressaltou que é um ferrenho admirador do MP. O congressista destacou que a instituição é essencial no combate a corrupção e fiscalização dos poderes, assim como no resguardado dos direitos do cidadão.
“Esse recurso auxiliará na estruturação do MP em Laranjal do Jari e ajudará na garantia da ordem jurídica e social daquele município”, comentou o senador.
Em 2012, o senador Randolfe destinou R$366.100,00 (trezentos e sessenta e seis mil e cem reais) ao Governo Estado do Amapá para construção da Praça da Samaúma, localizada aos arredores do novo prédio do Ministério Público Estadual, no Araxá. Além disso, trabalhou alinhado com o MP em dezenas de ações em prol da população amapaense, sempre dando apoio à instituição.
“O MP possui uma linda história de lutas no Amapá e Brasil. A nobre instituição é fundamental para a Democracia. O aparelhamento do órgão é fundamental para o sucesso de suas atividades. Seguiremos no trabalho pelo povo do Amapá”, salientou o congressista.
Emenda de Davi Alcolumbre garante passarelas de madeira na periferia de Macapá
Uma visita técnica realizada na manhã de hoje,17, pelo senador Davi Alcolumbre (Democratas/AP) na passarela da Av. Guaranis, área de ressaca do bairro Buritizal, deu início à vistoria que será realizada nas obras de recuperação de passarelas em diversos bairros de Macapá.
Davi, acompanhado do prefeito de Macapá Clécio Luís e equipe, conversou com os moradores que avaliaram o serviço e, na oportunidade, repassaram aos gestores as suas impressões e demandas da área. A primeira etapa, de uma das emendas do senador, prevê a recuperação de mais de 12 km de passarelas no valor de R$ 1.351.708,00 e, com a utilização de madeira de lei, a exemplo da andiroba que tem grande conservação, a previsão é de que as novas passarelas tenham uma durabilidade de oito a dez anos.
Madeira de Belo Monte
Outra iniciativa do senador foi articular a doação, com autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), de 10 mil m3 de madeira bruta, resultado da supressão vegetal (retirada da vegetação) da Norte energia -Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará e que já estão em fase de corte para utilização. A madeira doada será utilizada na construção de passarelas e nas vias de acesso às casas através de mutirão entre a equipe da prefeitura de Macapá e moradores. “Fico feliz que os moradores tenham sido receptivos ao nosso trabalho e ao trabalho da prefeitura de Macapá, principalmente porque sei da importância no cotidiano das famílias que residem nesses locais onde tantos sofrem com acidentes, dificuldades para coleta de lixo, transporte de pessoas com deficiência e outros problemas causados pela deterioração das passarelas que há anos não passavam por manutenção”,disse Davi.
O prefeito Clécio Luís reafirmou o dever da prefeitura de Macapá em realizar ações que beneficiem as mais de 30 mil famílias que vivem nas áreas de ressaca. “É nosso dever, estamos fazendo o que é necessário para essas famílias; mas é importante que a população colabore através da preservação do que está sendo feito e também com a limpeza da área, não jogando lixo no canal”.
A passarela da Av.Guaranis tem 301 metros de extensão e foi recuperada em menos de quinze dias. Outras passarelas deverão ser recuperadas até o segundo semestre do ano com recursos da emenda de Davi nos bairros Nova Esperança, Pacoval,Perpétuo Socorro,Jardim Marco Zero , Muca, Araxá, Beirol e Congós, este último com uma população de mais de 17 mil famílias morando em áreas alagadas.
Davi, acompanhado do prefeito de Macapá Clécio Luís e equipe, conversou com os moradores que avaliaram o serviço e, na oportunidade, repassaram aos gestores as suas impressões e demandas da área. A primeira etapa, de uma das emendas do senador, prevê a recuperação de mais de 12 km de passarelas no valor de R$ 1.351.708,00 e, com a utilização de madeira de lei, a exemplo da andiroba que tem grande conservação, a previsão é de que as novas passarelas tenham uma durabilidade de oito a dez anos.
Madeira de Belo Monte
Outra iniciativa do senador foi articular a doação, com autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), de 10 mil m3 de madeira bruta, resultado da supressão vegetal (retirada da vegetação) da Norte energia -Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará e que já estão em fase de corte para utilização. A madeira doada será utilizada na construção de passarelas e nas vias de acesso às casas através de mutirão entre a equipe da prefeitura de Macapá e moradores. “Fico feliz que os moradores tenham sido receptivos ao nosso trabalho e ao trabalho da prefeitura de Macapá, principalmente porque sei da importância no cotidiano das famílias que residem nesses locais onde tantos sofrem com acidentes, dificuldades para coleta de lixo, transporte de pessoas com deficiência e outros problemas causados pela deterioração das passarelas que há anos não passavam por manutenção”,disse Davi.
O prefeito Clécio Luís reafirmou o dever da prefeitura de Macapá em realizar ações que beneficiem as mais de 30 mil famílias que vivem nas áreas de ressaca. “É nosso dever, estamos fazendo o que é necessário para essas famílias; mas é importante que a população colabore através da preservação do que está sendo feito e também com a limpeza da área, não jogando lixo no canal”.
A passarela da Av.Guaranis tem 301 metros de extensão e foi recuperada em menos de quinze dias. Outras passarelas deverão ser recuperadas até o segundo semestre do ano com recursos da emenda de Davi nos bairros Nova Esperança, Pacoval,Perpétuo Socorro,Jardim Marco Zero , Muca, Araxá, Beirol e Congós, este último com uma população de mais de 17 mil famílias morando em áreas alagadas.
Deputada Marcivânia Flexa anuncia recursos para a saúde de Vitória do Jari
Nesta terça-feira, a deputada federal professora Marcivânia (PCdoB-AP), recebeu em seu gabinete, em Brasília-DF, o vice-prefeito de Vitória do Jari, José da Assunção além dos vereadores Ary Duarte, Edcarlos e o secretário de Saúde do município, Alex Lumancil.
No encontro a deputada Marcivânia apresentou aos nobres parlamentares, uma indicação de emenda no valor de R$ 726 mil que será utilizada para a construção de uma Unidade Básica no município do Vitória do Jari. O recurso foi cadastrado no Orçamento Geral da União deste ano.
Macapá terá unidade do Hospital do Câncer de Barretos, diz deputado Cabuçu
Um total de R$ 1,9 milhão destinados pelo deputado federal Cabuçu (PMDB) para a construção de uma unidade do Hospital do Câncer de Barretos em Macapá está disponível para a execução da obra. Com prazo para iniciar em julho, o projeto está orçado em mais de R$ 20 milhões.
Somando o trabalho de toda a bancada federal, a chegada do Hospital de Câncer de Barretos foi acertada em 2015, em Brasília, e abraçada pelo Governo do Estado.
"Cada parlamentar tem a sua contribuição. Eu destinei R$ 1,9 milhão para as obras da unidade, que mudará a realidade do tratamento de pessoas com câncer no Amapá e região norte", frisou Cabuçu, sobre o aporte da emenda.
O Instituto de Câncer Joel Magalhães (IJOMA), presidido pelo Pe. Paulo Roberto, encaminha pacientes para Barretos, graças à parceria entre as instituições. Somente em 2014, cerca de 1.700 pacientes foram recebidos nos leitos do hospital.
O Hospital de Barretos é o responsável pela construção da unidade no Amapá, que já tem local definido e depende apenas da liberação do terreno para iniciar a obra. Cedido pelo Governo Estado, o terreno é localizado na Rodovia Norte-Sul, Zona Norte da capital.
Vinícius Gurgel faz balanço de atuação parlamentar no primeiro semestre de 2017
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| Dep. Vinícius Gurgel e Dep Luciana Gurgel no Ministério |
O deputado federal Vinícius Gurgel (PR/AP) fez um balaço positivo do seu mandato parlamentar durante o primeiro semestre deste ano. Entre um dos deputados mais atuantes da Bancada Amapaense, Gurgel tem se destacado pela sua articulação política em Brasília, o que tem garantido muitos benefícios ao Estado do Amapá.
Como uma das principais ações do parlamentar, destaca-se a assinatura da ordem de serviço para pavimentação dos 110 km do trecho norte da BR-156, que liga os municípios de Calçoene até Oiapoque. Gurgel é reconhecido como o principal articulador em Brasília para a retomada da obra de asfaltamento da rodovia.
Além disso, o parlamentar republicano também inaugurou e entregou a segunda piscina de treinamento do Corpo de Bombeiros, da unidade do 2º Grupamento Bombeiro Militar, situado Zona Norte, na capital. A corporação recebeu foram mais de R$ 1 milhão.
Em 2017, mais de R$ 10 milhões foram destinados para melhorias na saúde, educação e infraestrutura de vários municípios amapaenses. Este ano também conseguiu empenhar mais de R$ 4 milhões em emendas para o para o Custeio do Piso da Atenção Básica (PAB) e para incremento da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC) de 14 cidades do Amapá.
Muitas emendas também foram pagas neste semestre. Os recursos foram alocados na construção de Unidade Básica de Saúde (UBS) em Cutias e Calçoene; construção de escola infantil em Mazagão Velho; custeio da saúde em Serra do Navio e na reforma de UBS em Tartarugalzinho.
Como um dos vice-líderes do Partido da República (PR) na Câmara dos Deputados, Vinícius Gurgel apresentou propostas de grande importância para o setor de transportes, como Projeto de Lei que altera a diretriz da BR 156 no Plano Nacional de Viação. O objetivo da proposta é prolongar o traçado da rodovia, que atualmente corta apenas o Estado do Amapá, desde a Cachoeira de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, até a fronteira com a Guiana Francesa.
Outra proposta de autoria de Vinícius Gurgel foi aprovada na comissão de Viação e Transportes. Trata-se do Projeto de Lei 3523/15, que dispõe sobre a sinalização educativa nas rodovias federais. De acordo com o PL, o órgão executivo rodoviário da União deverá colocar, em intervalos de até 50 quilômetros, placas com mensagens sobre as leis de trânsito e de valorização da vida, conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
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O período de férias chegou e nada melhor que tirar um tempinho para viajar, conhecer novos lugares, pessoas e culturas, não é mesmo? Mas, arrumar as malas e a nécessaire não é uma tarefa fácil. Sempre surgem dúvidas sobre o que levar e como organizar. Normalmente, as pessoas separam mais itens do que o que é realmente necessário. Parece bobeira, mas fazer uma lista é essencial na organização das roupas, produtos de cuidados pessoais e makes.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017
quarta-feira, 12 de julho de 2017
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, domingo e segunda-feira, 09 e 10.07.2017
Urbanismo
Jomateleno Teixeira, presidente da Federação Elo Social, falou ontem ao nosso Conexão Brasília, a respeito do arrojado projeto de beneficiamento do lixo urbano produzido no Amapá. Ideia é inovadora, e será apresentada em grande evento na próxima segunda-feira.
Causa
O mote do trabalho do Elo Social, há 26 anos são projetos sociais, claro. Por aqui, além de gerar emprego e renda, promete trazer capacitação com 720 cursos anuais, além dos chamados prédios sociais.
Academia
A pesquisadora amapaense Bianca Moro, da Unifap, mostra como a carreira acadêmica pode ter projeção internacional. Depois de premiação em NY, traz a Macapá um cineasta americano para rodar filme aqui.
Nome
O artista é o americano Peter Lucas, que reedita um projeto de documentário de 1935 chamado House Problems, que mostra problemas de moradia por todo o planeta. Ação conta com apoio do MP-AP.
Escalas
Para ter ideia da relevância dessa pesquisa, Peter Lucas já mostrou problemas de moradia em Hong Kong, em Nova Iorque, no Rio de Janeiro e agora em Macapá. Sacou a importância dessa iniciativa?
Emoção
Olha aí o quadro novo do Conexão Brasília, que se chama “Fala Agora”. Na estreia, um capitão do Exército chamado Douglas, amapaense que comandou a Operação Pipa, em pleno Sertão Nordestino. A ajuda humanitária que levou à emoção com a fala do ex colega, subtenente Odair. Mande sugestões para outras homenagens!
Novidade
Ontem foi dia de estreia de quadro novo em nosso programa de rádio. Trata-se do “Fala Agora”, quando a pessoa homenageada é confrontada com a opinião de seus amigos, familiares, chefes ou subordinados a seu respeito. Diante da emoção sofrida, a gente para tudo e pede para a pessoa: “Fala Agora!”.
Biografia
O primeiro homenageado foi um amapaense, natural da bucólica Serra do Navio, que está retornando a seu estado depois de 35 anos em que serviu ao país, fazendo carreira no Exército, de soldado até capitão, o posto máximo a que um praça pode chegar – se tudo der certo, claro. Seu nome, Douglas Carvalho, 55 anos.
Parceiros
Entre os pontos altos do novo quadro, a participação de um colega de trabalho do Capitão Douglas, lá de Maceió (AL), onde fica o 59º BIMtz, sua última unidade antes de ir para a reserva. Depois, a fala de seu pai, o mineiro aposentado Juvêncio, hoje com 80 anos de idade.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
“Os prédios históricos não demora muito sofrerão mudanças ou destruições”
Entre tantas profissões que são abraçadas a partir de muita divulgação e exploração midiática, certamente a de cientista é uma das mais duras e exigentes. O Amapá está conseguindo formar quadros valorosos em sua Universidade Federal, como o professor Edinaldo Chaves Filho, que se especializou em Arqueologia e prepara para a próxima terça-feira a entrega do novo Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas. Como ele construiu essa carreira e os pormenores da profissão ele relatou em uma entrevista ontem ao programa Conexão Brasília, da rádio Diário FM, apresentado pelo jornalista Cleber Barbosa. O Blog publica a seguir os principais trechos dessa esclarecedora e instigante conversa com um pesquisador que já é tido como um dos principais forjado no Estado do Amapá.
Cleber Barbosa
Da Redação
Blog do Cleber Barbosa – Recentemente, tivemos a inauguração do Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas do Amapá, outro projeto que já vinha sendo tocado pelo senhor, não é? Do que se trata exatamente?
Edinaldo Filho – Positivo, nós fazemos parte de um grupo do CNPQ, que é o Grupo de Estudos, Pesquisas e Preservação da Cultura Imaterial do Amapá. O nosso centro é uma concepção que teve início em 2004, um reconhecimento pelo Consul, mas naquele momento nós não tínhamos ainda um espaço físico então para nós a construção desse prédio vai efetivar o nosso anseio em poder desenvolver nossas pesquisas da melhor maneira possível e dar um conforto aos nossos pesquisadores e aos nossos colaboradores.
Blog – Mas fale das atividades a serem desenvolvidas lá, professor.
Edinaldo – Ele é um centro que é da coordenação do curso de História, da qual eu faço parte. Mas como eu também atuo em outros cursos de especialização e mestrado, ele já está servindo para esse fim, ou seja, vai servir para o ensino, pesquisa e extensão, uma coisa que a gente já vem desenvolvendo há muito tempo, desde o fim do século 20 como pesquisador.
Blog – A gente fica imaginando quanto tempo leva para se formar um cientista. O senhor é amapaense?
Edinaldo – Sim, sou amapaense.
Diário – É que existem tantas carreiras glamourosas, com muito apelo midiático, que fica a dúvida sobre como despertar um jovem para abraçar a carreira de cientista. Como aconteceu com o senhor?
Edinaldo – Comigo aconteceu naturalmente, foi toda uma formação. Eu estudei sempre em instituições públicas, desde o ensino fundamental, na Escola Araci Nascimento, da Prefeitura. Na época do Território na Escola Polivalente Tiradentes, o ensino médio no antigo CCA, que depois passou a Gabriel de Almeida Café; fiz a UFPA aqui, na época que era o Núcleo de Educação. Fiz o meu Mestrado na Universidade Federal de Pernambuco e o meu Doutorado fiz na Universidade Federal do Pará.
Blog – O senhor também teve uma passagem pelo Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva, não é mesmo?
Edinaldo – Justamente, meu início na arqueologia foi lá, desde 1991, logo depois que eu terminei minha graduação comecei a trabalhar, fazendo cursos e participando das pesquisas. Eu coordenava a área da pesquisa arqueológica, participei de algumas expedições, fiz parte de alguns projetos pelo Museu Ghoeldi, fiz cursos lá em Belém por ele [o museu] então devo muito também ao Estado, na época com a Fundação de Cultura, que me oportunizou muito na minha área.
Blog – Os achados arqueológicos muita gente diz não encontrar em exposição nos museus, por que professor?
Edinaldo – Quando são coletados esses materiais nas pesquisas, esses artefatos, falo das pesquisas arqueológicas ou históricas, eles passam por todo um processo, higienização, identificação, registro, análise, restauração, para depois ser montada pelo museólogo uma exposição, mas nem todo material vai ser exposto. Minha experiência no Museu Joaquim Caetano foi assim, as pessoas podiam até reclamar uma maior oferta de materiais, mas existe um local que a gente denomina reserva técnica, onde é guardado esse material.
Blog – E sobre o sítio arqueológico de Calçoene, que seria o “Stonehenge” do Amapá, o que o senhor pode falar a repeito dessa descoberta?
Edinaldo – Olha, eu estive pesquisando a região num projeto que eu coordenei dentro do Parque Nacional do Cabo Orange, que era um plano de manejo, entre 2005 e 2008. Inclusive participei de uma expedição para o Cunani a convite dos jipeiros, pois fiz a identificação de vários sítios da área do Parque do Cabo Orange. Mas esse sítio que a gente chama de Aurora é um sítio cerimonial, que não está dentro do Parque que eu pesquisei, fica a uma distância aproximada de 40 quilômetros onde fica a Vila do Cunani, então eu não tenho muito conhecimento sobre ele porque não participei dessa pesquisa.
Blog – Essa pesquisa a que o senhor se refere não foi da Universidade, foi do Estado, é isso?
Edinaldo – Exatamente, foi tocada pelo Instituto de Estudos e Pesquisas do Amapá, o Iepa. Mas ela ainda está em andamento, é uma pesquisa que ainda não foi concluída. Nas ciências demora muito para você produzir resultado e na área de arqueologia nem se fala. Um exemplo é o próprio Stonehenge, que de fato eles já conheciam há séculos, mas daí a dizer quem habitou, qual era a utilização é uma coisa recente.
Blog – E sobre os questionamentos a respeito da verdadeira identidade da Macapá de outrora, que muita gente reclama estar se perdendo, o que o senhor acha?
Edinaldo – O Amapá tem três períodos distintos em termos de arquitetura. As autoridades em nível estadual e principalmente municipal não tiveram essa preocupação, pois em termos de tombamento de prédios históricos, só temos um prédio com esse reconhecimento em Macapá, que é a Fortaleza de São José. Os três períodos históricos foram o Pombalino [Marquês de Pombal], de 1750 até a transformação em Território, quando esses prédios eram utilizados para abrigar repartições públicas e moradias; o segundo período, o Janary, retrata uma coisa que ainda pode ser recuperada, pois do período Pombalino quase tudo se perdeu, com exceção da igreja de São José que também foi descaracterizada. O terceiro e último é da era Barcellos, quando da criação do Estado, cujo governador deu uma contribuição significativa em termos de prédios, que também não demora muito vão sofrer mudanças e até destruições, então a gente tem que pensar nisso aí.
Perfil…
O entrevistado. O professor Edinaldo Pinheiro Nunes Filho é amapaense, estudou em instituições de ensino públicas desde os tempos de Território Federal do Amapá até a fase de criação do Estado do Amapá, como a Escola Araci Nascimento, a Escola Polivalente Tiradentes e o antigo CCA, hoje Gabriel de Almeida Café. Cursou História no antigo Núcleo de Educação, um campus avançado da Universidade Federal do Pará (UFPA) em Macapá. Especializou-se em Metodologia do Ensino pela Universidade Federal de Pernambuco e também fez Mestrado e Doutorado em Pré-História, portanto é um Arqueologista. Teve passagens pelo Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva, Mudeu Emílio Ghoeldi e mais recentemente na Universidade Federal do Amapá (Unifap), onde dirige o Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas do Amapá.
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, sábado, dia 08 de julho de 2017.
Férias
Tá em dúvida sobre para onde ir nessas férias. Uma pesquisa publicada no Blog do Cleber Barbosa pode ajudar você a se decidir. Entre os destinos, por incrível que pareça, está Brasília, que não tem praia nem frio. Passe lá e saiba o porquê. (cleberbarbosa.net)
Destino
Por falar nas férias, deu uma ‘inveja branca’ saber que lugares como Foz do Iguaçu ganham 400 voos estras nesta temporada. Veja bem, são voos extras, fora aqueles normais da malha aérea que cobre lá.
Ambiente
O presidente Jomateleno Teixeira, da Elo Social, desembarca em Macapá ma próxima segunda-feira prometendo movimentar os setores públicos e privado com sua proposta inovadora de reciclar o lixo.
Dia 10
Ele receberá a imprensa e autoridades para o lançamento do Sistema INER de Resíduos Sólidos, através do Programa “Lixo Zero Social 10”. O projeto já recrutou profisisonais de diversos setores por aqui.
Meta
A previsão é que em pouco tempo o Amapá esteja cumprindo fielmente a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos na qual Jomateleno diz “já deveria estar sendo aplicada em todo o país”. Tomara!
Cinema
Este sujeito da foto, caminhando por áreas de ponte de Macapá, é uma verdadeira celebridade do cinema. Peter Lucas está gravando documentário dentro do projeto “House Problems”, que roda o mundo registrando problemas de moradia. A pesquisadora Bianca Moro, da Unifap, é seu braço direito no projeto por aqui. Nota 10!
O próprio prefeito Elson Lobato, de Serra do Navio, gravou vídeo para promover o Festival do Cupuaçu, que este ano quer resgatar toda a pompa e circunstância. E para isso uma estrela de primeira grandeza por aqui foi escalada para subir ao palco. A ex Calypso Joelma, confirmada na festa.
Heróis
Já pelas bandas do município de Amapá, o prefeito Carlos Sampaio reúne com o titular da Seinf, João Henrique Pimentel. Em pauta a reinauguração da praça de Cabralzinho, na orla da cidade. Agora terá uma justa homenagem além de Veiga Cabral aos 34 brasileiros que tombaram mortos na intrusão francesa em 1895.
Porto
Já em Santana, o prefeito Ofirney não tem tido vida fácil para dar conta de recuperar a malha viária local. O município tem uma buraqueira em cada esquina, o que tem amolado muito a vida dos motoristas e dos passageiros de ônibus. E olha que tem minério pra todo lado.
domingo, 9 de julho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quinta-feira, dia 15 de junho de 2017.
Ipem
O Instituto de Pesos e Medidas está fiscalizando os produtos típicos mais consumidos nesta época do ano das festas juninas. A Operação “São João” visa fiscalizar peso, quantidade ou volume, se estão de acordo com as indicações fornecidas pelos fabricantes.
Amostras
Retirados exemplares de artigos comuns nas festas, como milho de pipoca, canela em pó, cravo-da-índia, noz-moscada, canjica e doces específicos, como pé-de-moleque, paçoca, totalizando 182 produtos.
Garantia
O Governo Federal autorizou o empenho de emendas parlamentares do deputado federal Vinícius Gurgel (PR/AP) para o município de Pracuúba. O aporte financeiro será investido obras de infraestrutura na cidade.
Ruas
Objetivo é melhorar o trafego de veículos e a locomoção dos pedestres que vivem em Pracuúba. Vinícius alocou R$ 435 mil para pavimentação, uma das principais reivindicações da comunidade.
Extensão
Unifap ofertará treinamento funcional, dança de salão, lutas, natação e hidroginástica para a comunidade acadêmica e sociedade em geral. Projeto inclusivo é do curso de Educação Física. Nota 10!
Hilário
Uma cena inusitada em plena hora do almoço, quando o trânsito trava e o sol aperta mais. E não é que o sujeito que viajava na carroceria desta picape arrumou uma sobra de palmeira em pleno centro da cidade? É claro que está errado transportar passageiro lá em cima, Mas valeu a foto!
Lá
Olha essa. Em Boston, nos Estados Unidos, se um morador achar um buraco na rua é só tirar uma foto dele e enviar para a prefeitura. A ordem é mandar arrumar logo a avaria na rua e, como satisfação ao contribuinte, o poder público envia uma foto de volta, com o reparo sendo providenciado.
Cá
Por aqui, no Amapá, quando populares chegam a tirar foto de buraco logo viram memes nas redes sociais. Claro que não fica barato, pois a galera acrescenta geralmente alguma placa junto, batizando o lugar com o nome do prefeito de plantão. Asfalto deve estar entre os maiores sonhos de consumo.
Acolá
Em algumas prefeituras do interior de São Paulo, já se ouviu falar de uma modalidade de pavimento que tem o custo compartilhado entre a administração pública e os moradores de cada lado da via. E a faturaé cobrada em parcelas, que chegam às casas em um carnê. Avanço!
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Deputado Vinícius Gurgel cobra mais recursos para a finalização da rodovia BR 156
Durante encontro entre a bancada do Partido da República (PR) com o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, o deputado federal Vinícius Gurgel (PR/AP) cobrou mais uma vez recursos orçamentários para a finalização da rodovia 156.
De acordo com Gurgel, esta é uma obra muito antiga e ainda faltam 109 quilômetros para a conclusão da rodovia que dá acesso ao município do Oiapoque, no norte do Amapá. “Estado não tem nenhuma ligação rodoviária com restante do Brasil. Esta é uma das obras mais antigas, e quero saber se há orçamento previsto para dar continuidade a obra”, indagou o deputado ao ministro.
Segundo o Diretor Geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Valter Casimiro, existem R$ 20 milhões para a execução desta obra. Por causa da restrição orçamentária, o Governo Federal dará prioridade aos trechos já licitados e autorizados. Maurício Quintella garantiu ao deputado Vinícius que buscará alternativas orçamentárias para entregar esta obra tão importante ao Amapá.
O encontro foi promovido pelo Ministério dos Transportes para apresentar as perspectivas de investimentos e infraestrutura em transportes no Brasil. Além disso, também foram apontadas as realizações no setor de aviação, como o sucesso nas olimpíadas e aprovação de 91% dos passageiros com a pesquisa de aprovação.
No setor rodoviário, Quintella explanou que 237,8 quilômetros foram concluídos, incluindo construção, duplicação e revitalização de vias e pontes. Em portos e hidrovias, o destaque foi para a assinatura do decreto de regularização portuária e a contratação do Derrocamento do Pedral do Lourenço.
OPINIÃO | Notas da coluna ARGUMENTOS, quarta-feira, dia 14 de junho de 2017.

Defesa
A nova fase da Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá foi fechada no fim de semana e considerada um sucesso. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.
Pelo ar
A ação, coordenada pelo 34º BIS, empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM).
Agências
A operação teve apoio da Marinha (Capitania dos Portos), da Agência Brasileira de Inteligência, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Receita Federal, do Ibama, da Sefaz, das Polícias Civil e Militar.
Eficaz
Falando à coluna, o coordenador da operação, coronel Robson Mattos, destacou modelo ‘interagências’ que permite estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a concentração de esforços.
Estratégia
Em suma, se o crime é organizado, cabe ao Estado brasileiro, através dessas inúmeras agências federais e estaduais, unir esforços para o enfrentamento. A base é a troca ou compartilhamento de informações.
Cuidados
Um novo feriadão se avizinha e muita gente faz planos para pegar a estrada com seu carro.
A coluna então sugere a leitura das cinco dicas dadas por um especialista para evitar acidentes e outros aborrecimentos. É só passar em nossa página na web, digitando www.cleberbarbosa.net.
Educação
Os professores da Escola Visconde de Mauá do SESI, participaram da segunda formação continuada de aperfeiçoamento técnico-docente na área da Inclusão. O objetivo da atividade é capacitar os profissionais da instituição para desenvolver trabalho pedagógico adequado às necessidades.
Dinâmica
Na ocasião foram abordados assuntos como, definição dos conceitos de ensino e de aprendizagem além de aspectos neurológicos, estilos e estratégias de aprendizagem. A formação faz parte do projeto “Me inclua nessa”, desenvolvido pelo Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) da Escola além de outras atividades.
Máxima
De acordo com a coordenadora do NEI, Aline Barboza, a atividade é de extrema relevância. Ela justifica que, por meio de ações de aperfeiçoamento é possível sensibilizar os professores para o pleno exercício de uma educação inclusiva orientada pelos pressupostos filosóficos.
DEFESA | Forças Armadas e Agências concluem nova fase da Operação Cabo Orange.
Macapá (AP) – No período de 29 de maio a 6 de junho, foi desencadeada a Operação Cabo Orange pelo Comando de Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva (Cmdo Fron AP/34° BIS), Batalhão Veiga Cabral. O objetivo era intensificar a presença do Estado na região fronteiriça do Amapá, particularmente no município do Oiapoque.
O Batalhão empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM). Nesse contexto, ocorreram ações preventivas e repressivas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. Também foram realizadas ações cívico-sociais (ACISO), com o objetivo de prestar assistência aos residentes da área.
A operação teve apoio da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá; da Agência Brasileira de Inteligência; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Receita Federal; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá; das Polícias Civil e Militar; do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá; da Secretaria de Saúde do Oiapoque.
Esse ambiente interagências permitiu o estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a coordenação de esforços para a consecução de objetivos e propósitos convergentes que atendem ao bem comum.
Fonte: Cmdo Fron AP/34° BIS
O Batalhão empregou um efetivo aproximado de 180 militares, além de ter contado com a participação de integrantes do 4º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Manaus (AM). Nesse contexto, ocorreram ações preventivas e repressivas no combate aos delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira. Também foram realizadas ações cívico-sociais (ACISO), com o objetivo de prestar assistência aos residentes da área.
A operação teve apoio da Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Amapá; da Agência Brasileira de Inteligência; da Polícia Federal; da Polícia Rodoviária Federal; da Receita Federal; do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA); da Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá; das Polícias Civil e Militar; do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá; da Secretaria de Saúde do Oiapoque.
Esse ambiente interagências permitiu o estreitamento dos laços de cooperação, a conciliação de interesses e a coordenação de esforços para a consecução de objetivos e propósitos convergentes que atendem ao bem comum.
Fonte: Cmdo Fron AP/34° BIS
Ministro reafirma compromisso com a sustentabilidade em conferência da OIT, em Genebra
Ronaldo Nogueira discursou na Plenária do Palácio da ONU nesta quarta-feira (14)
O compromisso com o crescimento dos empregos verdes no Brasil foi o tema do discurso do ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira na 106ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em sua fala, nesta quarta-feira (14), na Plenária do Palácio da ONU, em Genebra (Suíça), ele falou do empenho do país em promover políticas de incentivo a empreendimentos que geram trabalho em áreas de atuação que levam em conta a sustentabilidade ambiental.
“Estudo do Escritório da OIT no Brasil realizado em 2009, com dados fornecidos pelo Ministério do Trabalho, indicava que, naquele momento, mais de 2,5 milhões de empregos formais, de um total de 39 milhões, podiam ser considerados ‘empregos verdes’, o que totalizaria 6,73% do total. Fizemos o exercício de atualizar o cálculo de empregos verdes formais, sem mudar a metodologia e a base de dados utilizada pela OIT, e observamos um aumento de 22% no número de empregos verdes de 2009 a 2015”, comemorou o ministro.
Para o ministro, o país tem potencial para aumentar esse índice, já que possui a matriz energética mais limpa entre as nações industrializadas, com mais de 45% das fontes de energia provenientes de recursos sustentáveis. “Na medida em que o Brasil recupere os postos de trabalho perdidos na atual crise econômica – e já vemos sinais de recuperação – a tendência é registrar um aumento também nos empregos verdes”, acrescentou.
O ministro lembrou ainda que o Brasil foi um dos primeiros países a ratificar o Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, o que mostra o comprometimento do governo com a temática. “Apoiar a ação contra a mudança global do clima nada mais é do que apoiar o desenvolvimento sustentável, que contribuirá para proporcionar oportunidades de trabalho digno em todo o mundo”, afirmou.
Ele finalizou a fala sobre os empregos verdes defendendo o desenvolvimento sustentável como indispensável para a justiça social. “As consequências da mudança do clima vão além dos impactos ambientais, tendo fortes repercussões socioeconomicas, como, por exemplo, para os trabalhadores na agricultura e no turismo.”
Adequação legal
O ministro também aproveitou o discurso na OIT para tratar de outros dois assuntos: a modernização trabalhista e a transparência com que o Ministério do Trabalho debate seus temas no Brasil.
Sobre a modernização, Ronaldo Nogueira lembrou que as relações de trabalho estão mudando e é necessário adequar a legislação para gerar empregos e crescimento econômico. “O futuro do trabalho exige novos modelos de contratação, flexíveis o suficiente para se adaptarem às mudanças dos novos tempos.”
Ao falar da transparência, ele contou que em 1º de junho foi instalado o Conselho Nacional do Trabalho (CNT), fórum formal de representação tripartite, que tem o objetivo de aprimorar o diálogo social. “O Conselho tem caráter propositivo, de acompanhamento, podendo pronunciar-se sobre todos os temas relacionados ao mundo do trabalho”, contou.
O ministro finalizou o discurso na 106ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT falando do desafio de incluir a sustentabilidade na agenda de discussões sobre o futuro do trabalho.
“Não é possível pensar no futuro do trabalho sem pensar no desenvolvimento sustentável e nos novos tipos de emprego comprometidos com a sustentabilidade ambiental, assim como nas relações de trabalho tradicionais, que terão de ser redesenhadas. Contamos com a ajuda da OIT para enfrentar esse desafio”, concluiu.
terça-feira, 13 de junho de 2017
OPINIÃO | Notas da Coluna ARGUMENTOS, domingo, dia 11 de junho de 2017.
Comércio
Longe de ‘legislar em causa própria’, empresário Edevaldo Xavier envia mensagem para falar da importância dos homens serem mais criativos na hora de presentear as namoradas. “Nada de panela ou avental”, diz ele que sugere eletrônicos, como os smartphones.
Gastronomia
Uma novidade que chegou por esses dias está garantindo um fim de semana longe do fogão e das panelas. É a “Feijoada do X”, que está apresentando o modelo de feijoada do sul do país. Lá no X do Sul!
Rádio
Novo superintendente do DNPM no Amapá, engenheiro Romero Peixoto, foi ao rádio ontem falar do enorme desafio de arrumar o setor. Foi durante a audição do nosso programa Conexão Brasília.
Infra
Para Romero, o acidente com o Porto da Anglo ainda é o maior gargalo, juntamente com o estado de abandono da velha Estrada de Ferro do Amapá. “Estamos contando com o apoio de todos para resolver isso”, disse.
Paradoxo
Outro grande problema é a diminuta equipe local do DNPM para dar conta de fiscalizar a grande área sob a jurisdição do órgão por aqui. Simplesmente toda a área territorial do estado do Amapá.
Mineração
Aspecto da participação do novo superintendente do DNPM-AP (Departamento Nacional da Produção Mineral) no Amapá, Romero Peixoto. Este pernambucano de nascimento atua no Amapá desde os anos 80, quando entrou para os quadros da tradicional Icomi S.A. como engenheiro de minas.
Pesquisa
Equipe de Otávio Ohashi permanece no Amapá por mais tempo. Ele esteve visitando o Amapá esta semana e já se mandou, mas deixou alinhavado um trabalho de pesquisa e consultoria a empreendimentos locais. Ele concedeu entrevista exclusiva ao nosso canal. Acesse YouTube.com/cleberbarbosa.
Música
Tem uma safra de novos talentos na música surgindo. Ontem, no rádio, dois irmãos mostraram que apesar da falta de oportunidades pelas vias tradicionais do showbiz dá para romper as barreiras pela rede mundial de computadores. Faype e sua irmã Sarah mandaram muito bem cantando ao vivo na Diário FM.
Turismo
Pedra Branca do Amapari recebe neste domingo a I Etapa do Circuito Brilho de Fogo de Corrida. Uma prova de rua, aliada a uma caminhada, além de gente bacana ocupando a rede hoteleira para conhecer o interior do Amapá. Sacada das amigas Josi Maia e Rosângela Chagas.
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